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Como realizar procissão da comunhão da Celebração Eucarística de modo mistagógico

COMO REALIZAR A PROCISSÃO DA COMUNHÃO DA CELEBRAÇÃO  EUCARÍSTICA DE MODO MISTAGÓGICO - Parte I

Olá amigos e amigas!

Dentro ainda dos festejos de nossa Padroeira N. S. das Dores, acolho a todos e a todas que semanalmente estão comigo refletido sobre a nossa Sagrada Liturgia.

Depois de refletirmos sobre o que a Igreja diz, em seus documentos, sobre a Procissão da comunhão na celebração Eucarística, vamos agora então refletir: COMO REALIZAR A PROCISSÃO DA COMUNHÃO DA CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA DE MODO MISTAGÓGICO. Faremos a Parte I.

A PROCISSÃO DA COMUNHÃO

O povo de Deus, a caminho pelo deserto da vida presente, alimenta-se do Pão da Vida para prosseguir no caminho de Deus.

A procissão da comunhão é todo um símbolo: a comunidade avança em procissão como uma comunidade em marcha, até o altar, enquanto canta unida. De novo os ritos nos educam a superar o individualismo e realizar a participação na Eucaristia num tom de comunitariedade. A própria Instrução Geral sobre o Missal Romano 86 nos fala da “índole comunitária” de receber a comunhão.

É mais do que um ato utilitário e funcional, é um gesto expressivo da comunidade, da marcha fraterna: como um movimento processional do povo até o seu Senhor, até a mesa e o Pão da unidade.

Vamos comungar, cada um de uma vez, porém caminhando em grupo com os demais, sabendo que pelo batismo somos membros do mesmo Corpo, do Corpo eclesial de Cristo e recebemos o mesmo pão.

A comunhão eucarística significa e realiza a união dos fiéis, a comunhão eclesial: alimenta em nós os laços que nos unem aos irmãos, o amor que faz ter um só coração e uma só alma. Ao comungar nós chegamos juntos. O espírito de individualismo não combina com a comunhão (com – união) eucarística.

A procissão da comunhão tem que ser realizada de modo digno e não desordenada, de maneira que tem que se sentir caminhando, acompanhando com os demais até a participação do alimento que o Senhor nos oferece.

Não é um momento neutro, como formando apenas uma “fila indiana” (um atrás do outro), mas uma procissão que ajuda a despertar os próprios sentimentos de participação em um acontecimento importante.

Enquanto caminhamos lembramos de Jesus, de seu amor, de sua entrega amorosa por nós. Ao comer deste pão e beber deste vinho temos um sentimento transcendental, que supera o movimento presente e nos aponta o futuro. Sentimo-nos mais unidos que nunca ao mestre Jesus. Por isso não podemos realizar uma procissão atropelada, corrida, até o altar.

Quem vai distribuir a comunhão deve faze-la com alegria, olhando as pessoas, sabendo o que está fazendo. Tendo consciência do que está distribuindo como também do que está recebendo.

O presidente comunga, depois dá a comunhão aos ministros e estes, distribuem-na ao povo. “As instruções litúrgicas insistem que apareça claramente através da pessoa de um ministro que preside a distribuição, o sinal de Cristo que na última Ceia ‘dá’ a seus discípulos, em comunhão, o seu Corpo entregue, o seu Sangue derramado. Por isso a comunhão deve ser sempre recebida da mão do ministro” (CNBB, Doc 43, nº 320).

Distribuir a comunhão com naturalidade, cordialidade e serenidade.

Até mais...

 

Pe. Ocimar Francatto

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