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As Celebrações Marianas no Tempo Comum – 2ª parte

Vamos refletir sobre AS CELEBRAÇÕES MARIANAS NO TEMPO COMUM – 2ª PARTE, SEGUNDO O CALENDÁRIO ROMANO. Hoje faremos a Parte I.

BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA, MÃE DA IGREJA

Esta é a primeira celebração que surge no Tempo Comum -2ª Parte, pois é celebrada na segunda feira, depois da Solenidade de Pentecostes, quando damos início ao Tempo Comum – 2ª parte.

Esta celebração, como nós já refletimos, foi instituída pelo Papa Francisco, no Decreto “Eclclesia Mater”, publicado no dia 03 de março de 2018. É uma memoria obrigatória celebrada na segunda feira depois da Solenidade de Pentecostes.

IMACULADO CORAÇÃO DA VIRGEM MARIA

Memória. Sábado após o 2º Domingo depois de Pentecostes. Depois da 6ª feira em que celebramos a solenidade do Sagrado Coração de Jesus.

É uma memória mariana de origem devocional, instituída pelo Papa Pio XII, como nos lembra o Papa Paulo VI, em sua Exortação Apostólica “Marialis Cultus” – O Culto à Virgem Maria, no número 8. 

A devoção ao Imaculado Coração de Maria não é nova na Igreja porque tem as suas raízes mais profundas no Evangelho que muitas vezes faz referências ao Coração da Mãe de Deus: “Quanto a Maria, conservava todas estas coisas, ponderando-as no seu Coração.” (Lucas 2,19). “Depois desceu com eles, voltou para Nazaré e era-lhes submisso. Sua Mãe guardava todas estas coisas no seu Coração” (Lucas 2,51).

A atual celebração convida-nos a meditar sobre o mistério de Cristo e da Virgem em sua interioridade e profundidade.

NOSSA SENHORA DO CARMO

Festa. Dia 16 de julho.

De origem devocional. “O título do Carmelo recorda a herança espiritual de Elias, profeta, como contemplativo e incansável defensor do único Deus de Israel. No Monte Carmelo, no século XII, recolheram-se alguns eremitas com o intuito de dedicar-se dia e noite ao louvor de Deus sob o patrocínio da Bem-aventurada Virgem Maria” (Missal Romano, p. 616).

É celebrada no dia em que, segundo a tradição carmelita tardia, Nossa Senhora, numa visão, teria entregue o escapulário do Carmelo a São Simão Stock (1251), que no século XIII deu uma orientação mais ativa aos carmelitas.

DEDICAÇÃO DA BASÍLICA DE SANTA MARIA MAIOR

Memória facultativa. 05 de agosto.

“Esta memória está ligada à dedicação da Basílica de Santa Maria Maior no pequeno monte do Equilino em Roma, considerada o mais antigo santuário mariano do Ocidente. Ergue-se no tempo do Papa Sisto III (432-440), dedicando-o a Deus e intitulando-o à Virgem Maria, proclamada solenemente pelo Concílio de Éfeso (431) Mãe de Deus. Sua dedicação a 05 de agosto é recordada pelo martirológico jeronimiano (século V)” (Missal Romano, p. 627).

ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA

Solenidade. Dia 15 de agosto

No Brasil, por determinação da CNBB e autorização da Santa Sé, esta solenidade é celebrada no domingo depois do dia 15 de agosto, caso o dia 15 não caia em domingo.

O Papa Paulo VI, na sua Exortação Apostólica “Marialis Cultus” – O Culto à Virgem Maria, nos diz: às duas solenidades já recordadas, a Imaculada Conceição e a Maternidade Divina, devem acrescentar-se ainda as antigas e veneradas celebrações de 25 de março e de 15 de agosto” (MC 6).

A festa da Dormição (Dormitio Virginis), como era conhecida esta festa, foi imposta no século VI, pelo imperador Maurício (+ 602) a todo o Império Romano, no qual já existia a festa da Mãe de Deus, em 1º de janeiro. Foi celebrada em Roma no século VII, sob o Papa Sérgio (687-701), com a denominação de “Dormição”, com outras festas marianas (Purificação, Anunciação, Natividade). No século VIII ela recebeu o título de Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria.

“É Maria elevada ao céu de corpo e alma, primícia da Igreja celeste, e o sinal da esperança segura e do conforto para a Igreja peregrina. Este antigo testemunho litúrgico foi explicado e solenemente proclamado pela definição dogmática de Pio XII em 1950” (Missal Romano, 637).

NOSSA SENHORA RAINHA

Memória obrigatória. Dia 22 de agosto. 

Memória de origem devocional foi instituída pelo Papa Pio XII em 1955, a ser celebrada no dia 31 de maio, foi transferida para depois da Solenidade da Assunção para sublinhar o nexo da realeza da Virgem com sua glorificação corporal como diz a Constituição Dogmática Lumem Gentium – sobre a Igreja: “Finalmente, a Virgem Imaculada, que fora preservada de toda mancha da culpa original, terminado o curso de sua vida terrena, foi levada à glória celeste em corpo e alma, e exaltada pelo Senhor como Rainha do universo, para que se conformasse mais plenamente com o seu Filho” (LG 59).

“Maria, participando da gloriosa realeza universal do Cristo, é proposta como modelo e sinal de esperança para os cristãos, que, já revestidos da dignidade real do Senhor no Batismo, são chamados a reinar eternamente com Ele”. (Missal Romano, p. 643).

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