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Missa Vespertina da Ceia do Senhor – Quinta Feira Santa

“Façam isto em memória de mim!”

 

Leituras: Êxodo 12, 1-8. 11-14; Salmo Responsorial 115, (116B) 12-13.15-16bc.17-18 (R/ cf 1Cor 10,16); Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios 11, 23-26; João 13, 1-15.

COR LITÚRGICA: BRANCO OU DOURADO

Animador: Antes de passar pela morte e ser glorificado pelo Pai na ressurreição, Jesus desejou ardentemente celebrar a Páscoa com seus amigos (Mt 22, 15). Celebrar a Eucaristia, portanto não é uma obrigação, mas a aceitação do convite de Cristo para sentar-se à mesa e celebrar sua passagem deste mundo ao Pai. Eucaristia é, em síntese, celebração da Páscoa de Jesus, presida por Ele mesmo. A Eucaristia nos dá uma nova visão, uma nova luz. E refletindo à luz deste novo olhar não podemos permitir a exploração dos nossos biomas, prejudicando a vida dos povos que neles habitam. A Igreja motiva a defesa na luta pela preservação destes sistemas e de seus povos.

1. Situando-nos

“Com a missa celebrada nas horas vespertinas da Quinta-feira Santa, a Igreja dá início ao Tríduo Pascal e recorda aquela última ceia em que o Senhor Jesus, na noite em que ia ser traído, tendo amado até ao extremo os seus que estavam no mundo, ofereceu a Deus Pai o seu Corpo e Sangue sob as espécies do pão e do vinho e deu-os aos apóstolos como alimento, e ordenou-lhes, a eles e aos seus sucessores no sacerdócio, que fizessem a mesma oferta” (Paschalis Sollenitatis, a Preparação e Celebração das festas pascais, 44).

“A recordação do banquete que precedeu o êxodo ilumina, de maneira especial, o exemplo de Crist5o ao lavar os pés dos discípulos e as palavras de Paulo sobre a instituição da Páscoa cristã na Eucaristia (Introdução ao Elenco das Leituras da Missa, n.99). Jesus, verdadeira e eterno sacerdote, oferecendo-se ao Pai pela nossa salvação, institui o Sacrifício da nova Aliança e mandou que o celebrássemos em sua memória: “Fazei isto em minha memória!”.

É corpo entregue e sangue derramado – “Eis o meu corpo – eis o meu sangue – que é dado por vós – fazei isto para celebrar a minha memória”. Como Servo, ele nos ensina a servir e amar sem medida.

2. Recordando a Palavra

A leitura do livro do Êxodo enfatiza a Páscoa como memorial de ação de graças, pela libertação da escravidão no Egito: “Este dia será para vós um memorável (memorial) em honra do Senhor que haveis de celebrar por todas as gerações, como instituição perpétua” (Ex 12,14). A Páscoa era uma festa antiga de pastores que, mais tarde, associada à festa agrícola dos pães ázimos e, como o êxodo, tornou-se o memorial da libertação.

O povo é convocado a assumir a urgência da libertação. O modo de preparar o cordeiro, de comer às pressas, com os rins cingidos, sandálias nos pés e cajado nas mãos, revela aspectos de quem tem pressa para realizar uma longa viagem. Os rins cingidos, ou seja, a orla da libertação será exigente. Por isso, as ervas amargas recordam as adversidades do caminho.

O sangue do cordeiro, colocado na entrada as portas, representa a esperança de salvação. A morte ameaçava o povo hebreu e egípcio. Deus revela-se como o Senhor da vida, vencendo todas as formas de morte e opressão. A salvação dos primogênitos e a libertação da escravidão asseguram uma vida digna, impelindo o povo a seguir o caminho de Deus com fidelidade.

Portanto, o termo “Memorial”, em hebraico, tem o sentido de atualização, não apenas de recordação; revela que a Páscoa é uma festa de libertação e de esperança na salvação contínua de Deus. O povo a caminho, conduzido pela ação do Senhor, torna-se memorial juntamente com o cordeiro e os pães ázimos, símbolos da libertação.

O Salmo 115 (116) é uma ação de graças litúrgica, durante a qual o salmista expressa sua confiança em Deus. A experiência da misericórdia do Senhor, que liberta das provações, leva ao agradecimento e ao sentimento renovado, no amor e na fé.

A narrativa do Evangelho revela o contexto da despedida de Jesus à comunidade, sua consciência diante da chegada de sua “hora”, anunciada desde o início do ministério (2,4). Síntese essencial do núcleo de sal mensagem. Trata-se da hora de sua passagem deste mundo para o Pai mediante a entrega total, a glorificação na cruz. Isso ocorrer “antes da festa da Páscoa”, pois Jesus é o verdadeiro Cordeiro de Deus que realiza a nova Páscoa.

O amor pleno, “ágape”, manifestado em Jesus, transforma a morte em vida: “Tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (13,1). A doação total de Jesus é prefigurada pelo gesto simbólico e profético do lava-pés. Durante a ceia de despedida, Jesus levantou-se da mesa e “começou a lavar os pés dos discípulos” (13,5). Assim, Jesus realiza uma tarefa humilde reservada a servos e escravos (cf. Gn 18,4; 1Sm 25, 41; Lc 7, 44), invertendo a ordem social estabelecida. Ele acolhe e oferece a hospitalidade amorosa do Pai, revelando seu messianismo de Servo.

Jesus, com a dignidade de Filho amado do Pai, assumiu “a condição de escravo e tornando-se igual aos homens (...) até a morte de cruz!” (Fl 2, 7-8). A sua vida, doada pela salvação de todas as pessoas sem distinção, e sua palavra transformadora guiam a comunidade no caminho da vida nova. Já no discurso sobre a videira, Jesus já havia dito aos discípulos: “Vós já estais limpos por causa da palavra que vos falei” (Jo 15,3).

Pedro, representante dos discípulos, ainda não compreende a Boa-Nova do Messias servidor, “que não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida” (Mt 10,45). O Mestre Jesus, o Senhor, inclinou-se para resgatar a dignidade do ser humano. A condição para “ter parte com Jesus” (Cf. Jo 13,8) e participar da comunhão com o Pai, realizada com sua Páscoa, é deixar-se lavar, transformar por sua obra redentora. A fé pascal em Cristo proporciona o entendimento e a ter parte desde já na vida de comunhão com Deus, que se plenificará na eternidade.

Jesus revelou a plenitude da salvação, oferecendo-se com modelo de amor e serviço: “Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz” (13,15). A trajetória exemplar do Mestre deve levar seus seguidores a viver em atitude de serviço mútuo: “Também vós deveis lavar os pés uns aos outros” (13,14). Como servidor de todos, Jesus ensina viver a reciprocidade do amor por meio do novo mandamento do amor: “Como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros” (Jo 13,34).

A Carta aos Coríntios manifesta que, no tempo de Paulo, já havia o costume de celebrar a Eucaristia nas comunidades cristãs. O texto completo, lido a partir de 11,17, revela que a ceia do Senhor era precedida por uma refeição fraterna. A falta de partilha nessa celebração levou o Apóstolo a recordar o sentido do memorial da instituição da Eucaristia.

A narrativa de Paulo sobre a instituição da Eucaristia remonta a Jesus, como nos evangelhos, e sublinha a continuidade da tradição, que mantém viva a fé recebida. Recorda que Jesus deu um sentido novo à ceia, pois tomou a pão, deu graças, partiu-o e o distribuiu, dizendo: “Isso é o meu corpo entregue por vós” (11, 24). Naquela noite, todos beberam o vinho de uma única taça, símbolo da entrega total da vida de Jesus: “Este cálice é a nova aliança no meu sangue” (11,25).

O pão e o vinho compartilhado por todos mantêm viva a memória da entrega total de Jesus, como aquele que serve por amor. Tornam-se alimentos em nosso caminho de esperança até a realização plena do reino (11,26).

3. Atualizando a Palavra

Jesus, ao levantar-se da mesa para lavar os pés dos discípulos, expressa aquilo que foi sua vida e que deve ser assimilado por seus seguidores. Ao longo do ministério, ele repetiu o gesto muitas vezes: “Quem quiser ser grande, seja vosso servo; e quem quiser ser o primeiro, seja o escravo de todos” (Mc 10, 43-44). “Jesus lavou os pés aos seus discípulos. O Senhor envolve-se e envolve os seus, pondo-se de joelhos diante dos outros para lavá-los; mas, logo a seguir, diz aos discípulos: ‘Sereis felizes se o puserdes em prática’ (Jo 13,17). Com obras e gestos, a comunidade missionária entra na vida diária dos outros, encurta as distâncias, abaixa-se – se for necessário – até a humilhação e assume a vida humana, tocando a carne sofredora de Cristo no povo” (FRANCISCO, Exortação Apostólica Evangelii Gaudium (EG). Documentos Pontifícios 17. Brasília Edições CNBB, 20134. N.24).

Jesus, o servidor de todos, morreu na cruz como um escravo, deixando-nos o novo mandamento do amor, como compromisso de mantermos viva a memória de sua entrega. O Papa Francisco assim exorta: ‘aos cristãos de todas as comunidades do mundo, (...) um testemunho de comunhão fraterna, que se torne fascinante e resplandecente. Que todos possam admirar como vos preocupais uns pelos outros, como mutuamente vos encorajais, animais e ajudais: ‘Nisto conhecerão que sois os meus discípulos: se vos amardes uns aos outros’ (Jo 13,35). Foi o que Jesus, com uma intensa oração, pediu ao Pai: ‘Que todos sejam um só (...) em nós [para que] o mundo creia’ (Jo 17,21) (Ibidem, n.99).

João não narra a instituição da Eucaristia, na última ceia, como os Evangelhos Sinóticos (Cf. Mt 26,26-28; Mc 14, 22-24; Lc 22, 14-20) e Paulo (1Cor 11,23-26). Ele explica o mistério da Eucaristia no chamado discurso do pão (cf. cap.6), no qual ressalta que “Jesus é o pão entregue pela vida do mundo” e que, no gesto do lava-pés, torna-se prova de seu amor manifestado até a consumação (cf.13,1ss). Jesus revela seu amor infinito, inclinando-se até nós para nos alimentar em nosso caminho de fé, esperança, serviço mútuo.

“Associado ao gesto o lava-pés Eucaristia, está o gesto definitivo e identificativo de Jesus: Ele tomou o pão e o vinho, para fazer do Seu Corpo dado alimento do homem e novo e do Seu Sangue derramado a bebida verdadeira. Realizar, em Sua memória, este gesto, não é apenas perpetuar os frutos do Seu sacrifício, cada vez que celebramos a Eucaristia. É também sair e partir... e a partir de cada Eucaristia, aprender a repartir o pão e a repartir-se como pão, para a vida do mundo: ‘Na Eucaristia, Jesus faz de nós testemunhas da compaixão de Deus por cada irmão e irmã e assim nasce à volta do mistério eucarístico o serviço da caridade com o próximo” (BENTO XVI. Exortação Apostólica Sacramentum Caritatis, n.88).

O alimento da verdade leva-nos mesmo a denunciar as situações indignas do ser humano (...) É impossível calar diante das imagens impressionantes dos grandes campos de deslocados ou refugiados, amontoados em condições precárias, para escapar a sorte pior, mas carecidos de tudo’ (Ibidem, n.90). Por isso, São Paulo qualifica como ‘indigna’ de uma comunidade cristã a participação a Ceia do Senhor, que se verifique num contexto de discórdia e de indiferença pelos pobres (1Cor 11, 17-22.27-34) (GONÇALO, Pe. Amaro. Homilia Quinta-feira Santa, 23 de maio de 2016).

4. Ligando a Palavra com ação eucarística

Esta noite, nós também sentamos à mesa com o Senhor, onde dele estabelece uma aliança conosco, como reza a oração do dia: “Ó Pai, estamos reunidos para a santa ceia, na qual o vosso Filho único, ao entregar-se à morte, deu à sua Igreja um novo e eterno sacrifício, como banquete do seu amor” (Oração do dia. Quinta-Feira Santa).

Em comunidade, fazemos memória do Senhor que se entregou por nós. Cumprindo o seu mandato, tomamos o pão e o cálice com o vinho, damos graças, partimos e distribuímos. De fato, todas as vezes que comemos do pão e bebemos do cálice, proclamamos a morte do Senhor, até que Ele venha (Cf. 1Cor 11,23-26).

O ato de comer e tomar uma refeição em conjunto possui significação própria, como conseqüência da reciprocidade e da cumplicidade que se estabelece na relação. Comungando, participamos do destino de Jesus, ou seja, de seu amor-serviço levado até às últimas consequências na cruz, como cantamos no salmo: “O cálice por nós abençoado é a nossa comunhão com o sangue do Senhor”.

O Cristo que entrega a Eucaristia é o mesmo que dá seu corpo e derrama seu sangue por nós. No lava-pés, temos uma concretização eloquente dessa entrega de Jesus até o fim.

Que a nossa participação neste mistério tão excelso nos leve à plenitude da caridade e da vida, no mais autêntico serviço aos irmãos e irmãs, realizado na entrega gratuita e generosa, fazendo o que Ele fez e amando como Ele nos mandou.

PRECES DOS FIÉIS

Presidente: Nesta noite em que Jesus, por amor, entrega-se inteiramente a nós, deixando-nos presente na Eucaristia, elevemos nossa prece de gratidão ao Pai.

1. Ó Pai, obrigado pelo dom da Eucaristia, e pedimos que abençoe todos os sacerdotes, que sejam exemplos vivos de serviço em favor da vida plena, no mundo.

Todos: (cantado) Vossa Igreja eleva um clamor: "Escutai nossa prece, Senhor!"

2. Ó Pai, obrigado pelo dom da Eucaristia, e pedimos que os nossos governantes, a exemplo do Teu Filho Jesus, possam usar de caridade para com o povo.

3. Ó Pai, obrigado pelo dom da Eucaristia, e pedimos que nossa comunidade possa ser servidora da tua graça, vivendo o mandamento do amor e promovendo a fraternidade.

4. Ó Pai, obrigado pelo dom da Eucaristia e pedimos que as nossas mentes e nossos corações possam celebrar de modo proveitoso esta Páscoa.

(Outras intenções)

Presidente: Ó Pai querido, obrigado pelo dom da Eucaristia que teu Filho nos deixou. Agradeçamos o lava-pés, pois aprendemos a importância do serviço fraterno. Agradecemos ainda o sacerdócio e o mandamento do amor que celebramos, hoje. Todos são dons da tua graça e do teu amor para conosco. Obrigado por tudo e em tua bondade atendei nossas preces que fazemos em nome de Cristo, nosso Senhor. Todos: Amém.

III. LITURGIA EUCARÍSTICA

Oração sobre as oferendas

Presidente: Concedei-nos, ó Deus, a graça de participar dignamente da Eucaristia, pois todas as vezes que celebramos este sacrifício em memória do vosso Filho, torna-se presente a nossa redenção. Por Cristo, nosso Senhor. Todos: Amém.

Oração depois da comunhão

Presidente: Ó Deus todo-poderoso, que hoje nos renovastes pela ceia do vosso Filho, dai-nos ser eternamente saciados na ceia do seu reino. Por Cristo, nosso Senhor. Todos: Amém

TRANSLADAÇÃO DO SS. SACRAMENTO

Animador: Celebramos hoje um adeus: uma despedida de alguém que vai para melhor, ou seja, que vai voltar para o Pai, mas que ao mesmo tempo, deixa uma profunda nostalgia, uma contagiante saudade, sobretudo, por causa do modo como esta despedida será levada a efeito, na noite seguinte.

Celebramos a Instituição da Eucaristia e do Mandamento do Amor, amor sem limites e com grande intensidade. Alegria misturada com dor, alegria em tom menor, misturada com lágrimas sendo considerada uma alegria inibida. Até a meia noite de hoje e durante a parte da manhã de amanhã voltaremos aqui para uma breve adoração e para refletirmos sobre o sentido da morte e ressurreição do Senhor!

Canto de procissão

(Enquanto se incensa o Santíssimo Sacramento)

Onde não se conserva a Eucaristia, a celebração termina sem canto e sem bênção final. Onde se conserva a Eucaristia, deve-se realizar a procissão até um altar previamente preparado para a vigília. Enquanto isso se canta:

Tão sublime Sacramento

1. Tão Sublime Sacramento, adoremos neste altar. Pois o Antigo Testamento deu ao Novo o seu lugar. Venha a fé por suplemento os sentidos completar.

2. Ao Eterno Pai cantemos e a Jesus, o Salvador. Ao Espírito exaltemos, na Trindade, eterno amor. Ao Deus Uno e Trino demos a alegria do louvor. Amém. Amém!

Desnudação do altar

Retiram-se as toalhas do altar, as flores, as velas e as cruzes (onde for possível). Todos se retiram em silêncio. A adoração ao Santíssimo pode terminar à meia-noite, a partir de quando se dá início à recordação da Paixão e Morte de Jesus, ou segundo o costume do lugar. Esse momento deve ser realizado em clima de muita oração, silêncio e respeito, com cantos que favoreçam a interiorização e a contemplação.

(O Presidente com os acólitos retiram-se em silêncio).

ATIVIDADES DO BISPO DIOCESANO

Dia 13 de abril – quinta-feira: Missa – Santos Óleos – Catedral – Limeira – 09h00; Missa do Lava-pés no Santuário São Sebastião, Pe. Luís Fabiano Canatta, Porto Ferreira, SP, 19h00.

Dia 14 de abril – sexta-feira: Adoração da Cruz – Santa Isabel de Portugal – 15h00 – Limeira – Padre Felipe.

Dia 15 de abril – sábado santo: Vigília Pascal – Catedral – Limeira, 20h00

Dia 16 de abril – domingo de Páscoa: Missa Ressurreição do Senhor – 09hmin – Padre Rodrigo – São Paulo Apóstolo – Limeira – com primeira Eucaristia.

Dia 17 de abril – segunda-feira – Bispo viajar para Israel até dia 26 de abril. Após 26 de abril Assembleia dos Bispos até dia 05 de maio.

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