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12º Domingo do Tempo Comum

“Unidos a Cristo não seremos isentos de tribulações”

Leituras: Jeremias 20, 10-13; Salmo 68 (69), 8-10.14-17.33-35; Carta de São Paulo aos Romanos 5, 12-15; e Mateus 10, 26-33.

COR LITÚRGICA: VERDE

Animador: Nesta páscoa semanal de Jesus, lembremos da missão apostólica da Igreja em meio às muitas provações. Em nome de Jesus foram inúmeros apóstolos e mártires que, ao longo dos séculos, foram perseguidos e doaram suas vidas pela causa do Evangelho. Deus caminha ao nosso lado, nos defende e nos dá coragem em nossa missão, a fim de que não sejamos vencidos pelo medo.

1. Situando-nos brevemente

O 12º Domingo do Tempo Comum se caracteriza por expressões fortes de Jesus em relação à íntima união com Ele, seus projetos, seus anseios, enfim, com o reconhecer-se pertencente a Ele.

Os segredos mais ocultos da revelação divina foram expostos por Cristo para que a humanidade possa encontrar todas as possibilidades de libertação e de salvação.

O seu anúncio pascal “não temais” sustenta e encoraja os mais temerosos e confusos na compreensão de sua mensagem de esperança e vida.

Não se encontra nada de terror ou pavor nas competições da vida, nas suas incompreensões etc., pois, se no interior brilha a luz da verdade de Cristo, os medos e as angústias exteriores não afetarão o que foi construído mediante a graça de Cristo.

O inferno que é a negação da vida e da total ausência de Deus, que é vida, deve ser temido, pois os comportamentos egoísticos podem levar a este fechamento. Negar a Cristo, doador da vida, acarretará uma negação eterna, pois as portas foram fechadas à graça já durante uma experiência pessimista, negativa, preguiçosa e obsoleta. O pecado entrou no mundo, mas a graça foi superior no novo Adão, Cristo Jesus.

2. Recordando a Palavra

A situação do perfil de Jeremias se assemelha a muitas situações de angústias que alguns (as) dos (as) irmãos (ãs) passam. Aflições que nos deixam desolados, desencorajados, afetando até o emocional e o psicológico.

O profeta, instrumento de Deus a serviço da comunidade, é o espelho de todos aqueles que querem, com perseverança, seguir a estrada da justiça. Contudo, todo o profeta, todos os batizados ao modelo de Jerusalém devem erguer sua oração suplicante diante da prova. E como Jeremias foi atendido, assim também serão todos os que se mantêm de pé, junto à prova, junto à cruz.

Na piedade mariana há uma característica peculiar diante da dor, da angústia e do sofrimento. Nossa Senhora, homenageada neste Ano Mariano no Brasil, nos ensina muito a respeito das experiências dolorosas da vida.

Humilhada por causa de sua gravidez suspeita (Mt 1,19), sua fuga para o Egito (Mt 2, 13-14), as incompreensões familiares com a missão do Filho (Mc 3,31-35; 6, 1-6) e, por derradeiro, a injustiça morte cruenta na Cruz (Mt 27, 11-54; Mc 15, 28), faz com que Maria seja uma de nós. Nesta perspectiva, a Igreja invoca como Mãe das dores, das angústias, da soledade (sozinha), dos aflitos etc. No entanto, encontramos na liturgia mariana um conforto e um sinal de esperança fora do comum.

O Espírito Santo que sempre está soprando na Igreja, Esposa de Cristo, fez com que, com alguns formulários dos livros Missas de Nossa Senhora e Lecionário de Missas de Nossa Senhora, encontremos instrumentos suficientes de consolação e esperança. Por isso, cinco formulários no Tempo da Quaresma (n.10-14) nos ajudam na experiência do abandono olhando na Virgem da Esperança a força necessária para as lutas injustas do dia a dia.

3. Atualizando a Palavra

A segunda leitura é reconfortante, pois a Palavra de Deus nos ajuda a ficarmos de pé frente às nossas desordens espirituais e morais. Paulo, apresentando em síntese a situação humana, sublinha com maior ênfase a vitória de Cristo em nós.

Não estamos sós na luta. Adão pecou e deixou-nos uma herança obscura, mas o novo Adão, aquele que é o definitivo na história humana, já fechou as portas da desgraça. A graça, segundo Paulo, foi derramada em nós em superabundância em Cristo. Pronto! Já vencemos nele, por Ele e para Ele. Cabe a nós mantermo-nos de pé e confiantes.

Ora, como tudo foi restaurado com o novo Adão, Cristo, temos em Maria, a nova Eva, a primeira restaurada na graça. Adverte-nos a liturgia da Imaculada Conceição que, longe de ser um culto piegas a Nossa Senhora, é uma realidade concreta para os que têm uma fé ativa, uma esperança constante e uma certeza de que o mal já foi vencido.

4. Ligando a Palavra com ação litúrgica

A mensagem do evangelista Mateus é contundente. Porém o medo não é a resposta definitiva, pois a voz de Cristo ecoa no tempo: “Não tenham medo do homem”, sejam eles quem forem, sejam de qualquer condição social. Pois “até os cabelos de nossa cabeça estão contados”, isto é, tudo está sob a olhares amorosos do Pai e só a Ele devemos qualquer ato de nossas vidas. Porém, nossos atos meritórios devem ser focados em um comportamento coerente iluminado pelo testemunho da vida em Jesus Cristo. Se pauto minha vida sob os seus critérios de amor, justiça e verdade, nada temerei.

Maria não foi isenta das intempéries da vida humana. Ser Imaculada não quer dizer incólume às tentações, injustiças, perseguições e incompreensões decorrentes de corações maldosos.

A Igreja quando nos apresenta Maria como modelo de auxílio está nos orientando a encontrarmos uma porta de saída frente à baixa autoestima que muitas vezes temos. No livro Missal de Nossa Senhora, n.42, há um formulário litúrgico sob o título de “Maria, auxílio dos Cristãos”. Título antiquíssimo no culto mariano na história da Igreja. Sim, a mais célebre oração mariana datada do século III, Sub tuum praesidium (Sob a tua proteção/misericórdia) é o farol reconfortante para a celebração deste Ano Mariano. Se Cristo é a vitória máxima dos terrores que os medos mundanos podem nos afligir, em Maria sua vitória foi contundente, como nossa irmã em Adão, a primeira redimida é sinal de Deus que também a sua Igreja tem oportunidade.  

“Coragem, eu venci o mundo”, diz o Senhor.

Oração dos fiéis:

Presidente: É a confiança em Deus que nos encoraja a viver nossa fé cristã, e incentiva-nos a elevar neste dia nossas preces ao Pai.

1. Senhor, que garantis a tua presença em meio às nossas dificuldades, defendei a Igreja do medo e do desânimo. Peçamos:

Todos: Dá-nos tua força, Senhor!

2. Senhor que derramais a tua graça sobre as pessoas de boa vontade, fazei que nossos governantes se comprometam com a verdade, a justiça e a honestidade. Peçamos:

3. Senhor, que nos exortastes a não ter medo, concedei força e perseverança aos que sofrem perseguição e tornai vigilantes os acomodados. Peçamos:

4. Senhor, que sempre mostra sempre o seu carinho, dê-nos coragem necessária para seguir firmes na fé, que nosso trabalho pastoral possa difundir cada vez mais teu Reino. Peçamos:

5. Senhor, que és nosso amparo e proteção, fortaleça sempre a fé e o amor de nossos dizimistas e que nunca falte o necessário para sua sobrevivência. Peçamos:

(Outras intenções)

Presidente: Senhor, conheceis os riscos e as ameaças que provocam tantos medos em nós. Por isso, confiando em tua presença no meio de nós, apresentamos essas nossas preces na certeza de sermos atendidos. Por Cristo, nosso Senhor.

Todos: Amém.

III. LITURGIA EUCARÍSTICA

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS:

Acolhei, ó Deus, este sacrifício de reconciliação e louvor, e fazei, que purificados por ele, possamos oferecer-vos um coração que vos agrade. Por Cristo, nosso Senhor.

Todos: Amém

ORAÇÃO APÓS A COMUNHÃO:

Ó Deus, aqui somos renovados pela vossa Palavra e pelo desejo de sermos cada vez mais seguidores de vosso Filho Jesus. Fazei que um dia alcancemos o que hoje celebramos: a eterna salvação, que é vida sempre feliz na casa de nosso Pai. Por Cristo, nosso Senhor.

Todos: Amém.

 

ATIVIDADES DO BISPO DIOCESANO

Dia 23 de junho – sexta-feira: Missa com os restos mortais do Mons. Alberto Veloni, na Par. Sagrado Coração de Jesus, às 09h30, e colocação em novo local na Igreja matriz, Conchal, SP.

Dia 24 de junho- sábado: Crisma – Nossa Senhora Aparecida- Cosmópolis – 19h30min.

Dia 25 de junho – domingo: Missa – 50 anos – Irmãs Franciscanas Hospitaleiras – Santuário Senhor Bom Jesus dos Aflitos – 10h00; Missa – Escolica – 3ª etapa – CDL – 16h00.

Dia 27 de junho – terça-feira: Reunião Ordinária da Província – Americana – São Domingos – 09h00.

Dia 28 de junho – quarta-feira: Atendimento na residência episcopal – padre Alquermes – 09h00; Reunião organizar aniversario episcopal de Dom Vilson – 10h00 na Cúria Diocesana Limeira; e Reunião do Conselho Econômico – 19h30min – residência episcopal.

Dia 30 de junho – quinta-feira: Atendimento na residência episcopal – 09h00 até 11h00; Crisma – Comunidade Nossa Senhora do Rosário, pertencente à Paróquia Santa Rita de Cássia, às 19h30min, cidade de Pirassununga, SP.

Dia 01 de Julho – sábado: Missa e Crisma – Santo Antônio - Comunidade Nossa Senhora Aparecida – 19h00 – Cordeirópolis, SP.

Dia 02 de julho – domingo: Missa e Crisma – São Camilo de Lellis – 09h30min – Padre Paulo Henrique – Americana; Missa – Novena Santa Isabel de Portugal, 19h00, Padre Felipe, Limeira, SP.

BÊNÇÃO E DESPEDIDA:

Presidente: O Senhor esteja convosco.

T.: Ele está no meio de nós.

Presidente: Concedei, ó Deus, a vossos fiéis a bênção desejada, para que nunca se afastem de tua vontade e sempre se alegrem com teus benefícios. Por Cristo, nosso Senhor.

Todos: Amém.

Presidente: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo.

T.: Amém.

Presidente: Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.

T.: Graças a Deus.

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