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5º Domingo da Páscoa

 “EU SOU A VIDEIRA VERDADEIRA”.  Jo 15, 1

LEITURAS: 1ª Leitura: At 9, 26-31

Salmo Responsorial: 21 (22), 26b-27.28.30.31-32 (R/. 26a)

2ª Leitura: 1 Jo 3,18-24

Evangelho: Jo 15,1-8

COR LITÚRGICA: Branco ou Dourado.

Prevalece durante o tempo pascal o Círio, que é o Cristo ressuscitado, Videira verdadeira da qual somos os ramos. Junto do Círio, se oportuno, dispor algumas folhas de videira e uvas, simbolizando os frutos daqueles e daquelas que se encontram unidos ao Ressuscitado.

ANIMADOR: O Ressuscitado é a videira verdadeira da qual somos os ramos, Aleluia!

Neste dia do Senhor, a Comunidade reúne-se para a Ceia do Ressuscitado. Ao nos ensinar por meio de Sua Palavra e nos alimentar de Seu Corpo, Ele nos inspira ao Seu seguimento, sendo o verdadeiro modelo à vida cristã. São João exorta-nos que os ramos só produzem frutos quando unidos à videira, portanto, peçamos ao Senhor que nos faça perseverantes em Seus caminhos.

CONTEXTUALIZANDO A PALAVRA

Nesta caminhada pascal, a Liturgia da Palavra gira em torno da alegoria evangélica da videira e dos ramos: “Eu sou a videira e vós os ramos” (Jo 15, 5).

Cristo se manifesta como a “videira verdadeira” e apresenta-nos o Pai como o “agricultor”. Através dessa analogia, convida-nos a perceber uma relação de interdependência, como é a relação entre o ramo e o tronco da árvore. Também a comunidade, reunida em torno do Ressuscitado e, alimentando-se da seiva de sua Páscoa, é convidada a unir-se mais intimamente a Ele, permitindo-se à poda quando necessário.

Aqueles que permanecerem unidos a Jesus, alcançarão a vida plena e produzirão muitos frutos para o Reino. Em Comunidade, estes serão para o mundo testemunhas da presença pascal do Senhor e poderão testemunhar seu amor principalmente entre os sofredores e necessitados.

RECORDANDO A PALAVRA

A videira era na linguagem veterotestamentária (Antigo Testamento) a prefiguração do Povo de Israel, conforme recorda-nos Is 5,1-7. Deus, o agricultor, foi quem a plantou. Todavia, ela não respondeu aos anseios do agricultor e não produziu boas uvas, somente uvas azedas (cf. Is 5,3-4). Jesus é no Novo Testamento a nova videira e convida a que nos unamos a Ele para que correspondamos ao anseio do agricultor e produzamos muitos e bons frutos.

Todavia, através de Sua Palavra, Deus poda os ramos que não produzem frutos. Somente produz bons frutos, os ramos que estão unidos à videira. Por si só um ramo não produz frutos, pois não possui vida própria. Somente será capaz de produzir frutos se estiver unido de forma vital ao tronco, ao passo que sem Ele nada podemos produzir (Cf. Jo 1,5).

É através do Espírito Santo comunicado pelo Ressuscitado que o discípulo produzirá frutos. O Espírito é a seiva que emanando do tronco, fecunda o ramo e faz com que ele produza frutos. O apelo principal do Evangelho é que todos nos tornemos discípulos de Jesus e, permanecendo unidos a Ele, em Comunidade orante e celebrativa, possamos produzir frutos que honrem a Deus.

Na primeira leitura, retirada dos Atos dos Apóstolos, recorda-se a estadia de Paulo em Jerusalém, após a sua saída de Damasco e sua conversão. Apesar de Paulo dedicar-se a estar com a Comunidade, ela desconfia da autenticidade de seu discipulado.

Neste contexto, o testemunho de Barnabé foi essencial para que a comunidade cresse em Paulo. Ele segue sua missão de testemunhar Jesus Cristo com entusiasmo, fazendo-se forte em meio aos desafios que a pregação do Evangelho suscita. Através do temor ao Senhor e pelo auxílio do Espírito Santo, a comunidade se edifica e progride em paz.

No Salmo Responsorial, a comunidade eleva a Deus sua gratidão por sua fidelidade. Semelhantemente a Paulo, o Senhor sustenta os seus na luta em prol da vida e de relações justas e fraternas. Ele é a causa de tão grande louvor que ressoa de modo uníssono em toda a assembleia: “Senhor, sois meu louvor em meio à grande assembleia” (Sl 21, 26b).

A segunda leitura apresenta-nos os critérios para bem viver como autênticos cristãos. É necessário amar para além de sentimentos e de afetos, mas através de ações que promovam a vida, a dignidade e a felicidade dos irmãos. Belos discursos devem ser atualizados em gestos concretos em favor do próximo de modo que, ao se ver um cristão, note-se primeiramente o seu testemunho e a sua colaboração para com o plano salvífico de Deus.

ATUALIZANDO A PALAVRA

Neste 5º Domingo Pascal, a Liturgia da Palavra salienta, à semelhança dos ramos ao tronco, a vital união dos discípulos com o Ressuscitado. Ele é a “videira verdadeira” (Jo 15, 1), e todo homem e toda mulher é convidado a ser um ramo unido a Ele através dos laços do Batismo.

Deus desejou que Jesus fosse o tronco donde os ramos possam encontrar seiva. Se nos mantivermos unidos ao Senhor, certamente conseguiremos produzir frutos e nos tornaremos instrumentos na transformação da sociedade.

Todo ramo, para que subsista, precisa estar unido ao tronco. Não existe vida para o ramo, se ele estiver separado do tronco. O ramo que se separa da cepa, seca e morre sem gerar frutos, tornando-se lenha ateada ao fogo. Portanto, sem Jesus não há vida e nem frutos. Os frutos aqui evocados são a santidade de uma vida fecunda pela união a Cristo.

O Ressuscitado é a Videira e nós somos os ramos dessa Videira. Mediante o Sacramento do Batismo, nos tornamos Corpo de Cristo, membros do seu corpo (cf. Ef 5,30). É pelo Batismo, que o Espírito Santo nos une como ramo na Videira, que é Jesus Cristo, e consequentemente, pelo poder do Espírito Santo, participamos da Paixão de Cristo, morrendo para o pecado, e pela Ressurreição, nascendo para uma vida nova; somos os membros de seu Corpo, que é a Igreja, os sarmentos enxertados na Videira, que é ele mesmo” (Catecismo da Igreja Católica, n.1988).

Aqueles ramos que não se nutrem da seiva do tronco tendem a murchar, secar e são jogados ao fogo. Também nós, se não nos nutrirmos do Espírito Santo, negligenciamos a vida nova que assumimos pelo Batismo. Quando unidos ao tronco, nos alimentamos de sua seiva e nos tornamos vigorosos e fortes, produzindo muitos frutos de excelente qualidade.

É necessário permitir-se impregnar por Jesus Cristo de modo que estaremos “ capacitados a entender, com todos os santos, qual a largura, o comprimento, a altura, a profundidade” (Ef 3,18) do amor de Deus. A nova comunidade, que Jesus ressuscitado inaugura, resulta da união vital entre ele e seus seguidores.

O cristão é dependente em sua união com o Senhor, ao passo que reconhece que “sem ele nada pode fazer” (cf. Jo 15,5). Assim, os frutos produzidos pelos homens e mulheres ao mundo, são e devem ser frutos produzidos da união com Cristo, que é fonte de energia e de graça.

Todavia, a união a Cristo, exige constantes atitudes de renúncia, de modo que, é necessário suportar as podas e percebê-las como uma oportunidade para se gerar novos frutos. Jesus insiste que percebamos que mesmo que esta poda seja sofrida, ela é necessária, pois sem ela, os ramos acabam prejudicando toda a videira.  A correção de Deus é correção de amor, que não deseja outra coisa do que ver seus filhos e filhas felizes e produzindo frutos.

LIGANDO A PALAVRA COM A AÇÃO LITÚRGICA   

A Comunidade é lugar de encontro, de celebração e de vivência através dos Sacramentos do Batismo e da Eucaristia, da vida que brota de Jesus Cristo, a videira verdadeira. Através de uma íntima comunhão com o Ressuscitado, o cristão torna-se fecundo, mediante a ação do Espírito Santo, produzindo abundantes frutos.

Através da Eucaristia, fonte e ápice da vida cristã, dá-se a comunhão com o corpo eucarístico de Cristo e, através dele, a íntima comunhão de todos os membros pertencentes a este corpo, ou seja, a Igreja, enquanto sinal de comunhão e participação efetiva na comunidade.

Quando nos unimos a Cristo-cabeça, nós, seus membros, através da participação ativa na ação litúrgica, nos tornamos hábeis a novos relacionamentos com os irmãos e irmãs na sociedade.

O fruto da videira é a uva, com a qual se produz o vinho. Na Celebração Eucarística, o vinho e o pão são transformados no Corpo e no Sangue do Ressuscitado, através do Espírito Santo. Além disso, Na Sagrada Eucaristia, Jesus nos atrai a si e nos torna seus ramos. Ele é a videira verdadeira, donde brota a vida pascal que é vida em plenitude.

Ao permanecermos unidos ao Cristo, produziremos muitos e bons frutos. A Eucaristia, celebrada com o vinho, fruto da videira, é momento de íntima união entre o Ressuscitado e a Comunidade, sendo, portanto, um lugar por excelência de encontro com o Senhor e donde emana a seiva que dinamiza a vida.

ORAÇÃO DA ASSEMBLEIA

PRESIDENTE: Irmãos e irmãs, Jesus convida-nos a permanecermos unidos a Ele para que, através da seiva do Espírito Santo, possamos produzir muitos e bons frutos. Em prece, roguemos a Deus para que nossos frutos contribuam na edificação de Sua vinha:

R/. Sustentai-nos Senhor, unidos a Cristo!

  1. Pela Igreja, vinha bendita do Senhor, para que possa oferecer ao mundo frutos de salvação, rezemos.
  2. Pelo Papa Francisco, por nosso Bispo Vilson, pelos Sacerdotes e Diáconos, para que, permanecendo firmes nos desígnios do Senhor, inspirem muitos jovens a também se unirem-se, mediante uma vocação específica, rezemos.
  3. Pelas autoridades constituídas de nosso País, para que se dediquem na promoção de uma “cultura do encontro” à luz da opção preferencial pelos pobres, rezemos.
  4. Pelos cristãos perseguidos por causa do Evangelho, para que não se sintam desamparados, mas intimamente ligados por seus sofrimentos ao sofrimento de Cristo, rezemos.
  5. Por nós, que nos reunimos para a Ceia do Senhor, para que, alimentados e fortalecidos por seu corpo, nos lembremos que sem Ele nada podemos fazer, rezemos.

PRESIDENTE: Senhor, nosso Deus, que conheceis e cuidais da vinha, fazei-nos permanecer sempre unidos a Cristo, para que possamos produzir bons frutos. Ele que é Deus convosco, na unidade do Espírito Santo.

ASSEMBLEIA: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

PRESIDENTE: Ó Deus, que, pelo sublime diálogo deste sacrifício, nos fazeis participar de vossa única e suprema divindade, concedei que, conhecendo vossa verdade lhe sejamos fiéis por toda a vida. Por Cristo, nosso Senhor.

ASSEMBLÉIA: Amém.

ORAÇÃO APÓS A COMUNHÃO

PRESIDENTE: Ó Deus de bondade, permanecei junto ao vosso povo e fazei passar da antiga à nova vida aqueles a quem concedestes a comunhão nos vossos mistérios. Por Cristo, nosso Senhor.

ASSEMBLÉIA: Amém.

AVISOS

BENÇÃO SOLENE: TEMPO PASCAL, p. 523 do Missal Romano.

PRESIDENTE: Deus, que pela ressurreição do seu Filho único vos deu a graça da redenção e vos adotou como filhos e filhas, vos conceda a alegria de sua benção.

ASSEMBLÉIA: Amém.

PRESIDENTE: Aquele que, por sua morte, vos deu a eterna liberdade, vos conceda, por sua graça, a herança eterna.

ASSEMBLÉIA: Amém.

PRESIDENTE: E, vivendo agora retamente, possais no céu unir-vos a Deus, para o qual, pela fé, já ressuscitastes no batismo.

ASSEMBLÉIA: Amém.

PRESIDENTE: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.

ASSEMBLÉIA: Amém.

PRESIDENTE: Ide, em paz e o Senhor vos acompanhe.

ASSEMBLÉIA: Graças a Deus.

Agenda de Dom Vilson para Maio/2018

Dia 01/05 – Terça-feira: Missa e Crisma na Paróquia São José, Pe. Eder, às 9h, em         Limeira, SP; Missa de Ação de Graças pelo Jubileu de Ouro Sacerdotal do Arcebispo Emérito de Aparecida, Cardeal Dom Raymundo Damasceno Assis, às 18h00, no Santuário Nacional de Aparecida, SP.

Dia 03/05 – Quinta-feira: Missa de investidura de novos ministros na Paróquia São Manoel, Pe. Eduardo, às 19h30, em Leme, SP;

Dia 04/05 – Sexta-feira: Missa e Crisma na Paróquia São Judas, Pe. Nathan, às 19h30, em Descalvado, SP.

Dia 05/05 – Sábado: Reunião com padres assessores, às 9, na residência episcopal; Missa e Crisma na Paróquia São Jerônimo, Pe. Ciro, às 19h, em Americana, SP.

Dia 06/05 - Domingo: Missa e Crisma na Paróquia Nossa Senhora do Belém, Pe. Élcio, às 9h, em Descalvado; Missa e Crisma na Paróquia Santa Catarina, Pe. Odirlei, às 19h, em     Americana, SP.

Dia 09/05 – Quarta-feira: Inauguração do Núcleo Museológico, às 20h, na Igreja Boa Morte, em Limeira, SP.

Dia 10/05 – Quinta-feira: Conselho Episcopal, às 9h, na residência episcopal; Missa e Crisma na Paróquia Santo Antônio, Pe. Thiago, às 19h30, em Pirassununga, SP.

Dia 11/05 – Sexta-feira: Missa e Crisma na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, Pe. Newton, às 19h30, em Araras, SP.

Dia 12/05 – Sábado: Missa pelo dia Mundial das Comunicações Sociais, às 10h, na Catedral Nossa Senhora das Dores, em Limeira, SP;

Dia 13/05 – Domingo – Missa e procissão na Comunidade Nossa Senhora de Fátima, da Paróquia São Domingo de Gusmão, Pe. Radaelli, às 08h00, em Americana, SP; Missa e Crisma na Paróquia São José Operário, Pe. Arlindo, em Leme, SP.

Dia 16/05 – Quarta-feira: Manhã de estudos sobre a PASCOM, das 8h30 às 12h, na Diocese de São José dos Campos. TEMA: “Comunicação na Igreja”.

Dia 17/05 – Quinta-feira: Conselho de Presbíteros, às 9h; Missa e Crisma na Paróquia São Benedito, Pe. Paulo, às 19h30, em Leme, SP.

Dia 18/05 – Sexta-feira: Reunião da Pastoral da Comunicação – Sul 1, às 9h, em Limeira, SP;

Dia 19/05 - Sábado: Missa e Crisma na Paróquia Santa Isabel, Pe. Felipe, às 18h, em Limeira, SP.

Dia 20/05 – Domingo: Missa e Crisma na Basílica Nossa Senhora do Patrocínio, Pe. Carlos, às 10h, em Araras, SP; Missa e Crisma na Basílica Santo Antônio, Pe. Leandro, às 20h, em Americana, SP;

De 21 a 24 – ATUALIZAÇÃO DE PRESBÍTEROS;

Dia 25/05 – Sexta-feira: Missa e Crisma no Santuário Senhor Bom Jesus dos Aflitos, Pe. Vilson Júnior, às 19h30, em Pirassununga, SP;

Dia 26/05 - Sábado: Missa e Crisma na Paróquia Santa Rita de Cássia, Pe. Edson, às 19h, em Limeira, SP.

Dia 27/05 – Domingo: Missa e Crisma na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, Pe. Amauri, às 9h, em Limeira, SP; Missa com as Irmãs do Carmo, às 15h, em Araras, SP; Missa e Crisma na Paróquia Santa Teresinha, Pe. Marcos, às 19h, em Araras, SP.

Dia 31/05: CORPUS CHRISTI.

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