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Pe. Ocimar Francatto: “A estrutura da Oração dos Fiéis - Parte III”

Olá amigos e amigas!

Desejo um ótimo dia a todos vocês.

Ontem, dia 02 de maio, iniciamos mais um Curso de Teologia em nossa Paróquia de Nossa Senhora das Dores, em Nova Odessa.

O tema é: “Os Atos dos Apóstolos e o nascimento da Igreja”. Este curso será todas as 4ª feiras das 19:45 às 21:30 hs, no Salão Paroquial, ao lado da casa paroquial. Foi muito bom o nosso primeiro encontro. Se você quiser participar poderá vir na próxima 4ª feira que ainda dá tempo. Se você não puder é bom adquirir o livro que fizemos para acompanhar o curso e assim poder conhecer melhor a nossa religião Católica. Este livro vai estar à venda no valor de R$ 10,00 (dez reais) no final das missas das comunidades e da Igreja Matriz ou na Secretaria Paroquial.

Vamos continuar a nossa reflexão sobre a Oração dos Fiéis, quando falaremos, hoje, da ESTRUTURA DA ORAÇÃO DOS FIÉIS – Parte III.

Quem é este “Senhor” a quem rezamos? Geralmente as aclamações feitas na liturgia são dirigidas a Cristo: Senhor, tende piedade de nós... Cordeiro de Deus.... Senhor eu não sou digno. “Jesus é o Senhor” (1Cor 12, 3). Portanto, Cristo é o único mediador entre Deus e nós (1Tm 2, 5-6). Ele é nosso advogado que defende nossa causa junto do Pai (Rm 8, 34). Ele nos compreende muito bem, porque passou pelas mesmas coisas que nós e até piores (Hb 4, 15; 5, 7; 9, 24).

Na oração da comunidade, rezamos uns pelos outros a Jesus. Jesus leva tudo ao Pai, pedindo que ouça e atenda nossos pedidos. Poderá o Pai recusar o pedido de seu Filho, que amou e confiou nele até o extremo, até dar sua vida e assumir a morte na cruz?

Desta forma quando incluímos Maria ou um Santo em nossa resposta poderia ser assim: “Senhor, por intercessão de Maria (ou o Santo), atendei-nos.” Desta forma, embora nos lembremos de Maria ou de um Santo (do dia ou Padroeiro), reforçamos a idéia de que a oração é levada ao Pai, por meio de Jesus Cristo.

Ter criatividade nas respostas (CNBB Doc 43, 285).

Às vezes, no lugar da oração dos fiéis, poderá ser feita uma ladainha de Maria ou dos Santos, do Padroeiro ou até mesmo uma oração, como no caso da Campanha da Fraternidade. Sempre lembrando que a oração é dirigida a Deus.

Cuidado com a oração que será colocada, pois existem muitas orações, até bem bonitas, que são devocionais (dirigidas a Maria, ao Espírito Santo, a um Santo ou Santa...) e não litúrgicas. Como transformar esta oração devocional em oração litúrgica? É só mudar o “endereço” para quem estamos enviando.

Ex: Ó Maria, que aprendeu a aceitar a vontade de Deus...

      Senhor, por intercessão de Maria que aceitou a vontade de Deus...

Existem quatro tipos de repostas:

1. Alguma aclamação breve = (Instrução Geral sobre o Missal Romano 71). Tem que ser sempre a mesma em cada oração. É a forma mais fácil de participação que nos tem chegado desde a antiguidade com o nome de litânia.

Exemplo: Senhor, atendei a nossa prece; Senhor, ouvi-nos e atendei-nos.

2. Participação pelo silêncio = (IGMR 71). Observando uma pausa conveniente, depois do anúncio da intenção, esta participação silenciosa, usada nas práticas romanas das ações solenes, ainda que possa parecer menos ativa, pode conferir às súplicas uma admirável plenitude.

3. Recitação em comum de uma fórmula de súplica longa = Para que esta súplica não seja pesada, convém que os textos estejam intercalados. Ex: lado 1 e lado 2, homens e mulheres, leitor e todos, etc. É preciso que os fiéis tenham a oração nas mãos.

Exemplo: Oração da Campanha da Fraternidade, Oração Vocacional.

4. Combinação entre a 1ª e a 3ª = Ou seja: intenção – silêncio – resposta. Esta fórmula pode ser usada em ocasiões mais solenes.

Exemplo: Senhor, que os nossos governantes, possam usar de justiça social com os mais necessitados. Peçamos: (Silêncio) Senhor, atendei-nos.

Sem dúvida a 1ª modalidade é a que deve ser mais recomendada, embora seja conveniente que tenha plena liberdade para usar uma ou outra.

d-) A conclusão

É o presidente quem conclui a oração (IGMR 71). Ele pode fazê-la pedindo que Deus atenda aos pedidos que foram expressos. Ele pode resumir as principais súplicas num tipo de coleta (oração do dia). Também pode através de uma doxologia (por Cristo, com Cristo e em Cristo...). Esta forma exprime, especialmente, a alegria e a gratidão dos cristãos que podem apresentar os seus pedidos “àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro” (Ap 5, 13), confiantes e certos de que o  “Pai, que está nos céus dará coisas boas aos que lhe pedem” (Mt 7, 11).

Amém= “Responder ‘AMÉM’ à oração pública implica numa atitude de fé-fidelidade à própria vocação, enquanto chamado a dar uma resposta realista e confiante ao dom da fé, que se apresenta em forma de missão a ser realizada” (CNB, Doc 2a, 2.3.5).

Até mais...

 

Pe. Ocimar Francatto

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