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Pe. Ocimar Francatto reflete sobre: O Ato Penitencial no Missas de Paulo VI – Parte I

Olá amigos e amigas!

Sejam mais uma vez bem vindos e bem vindas a mais uma reflexão da nossa Sagrada liturgia.

Dando continuidade à nossa reflexão sobre o Ato Penitencial, vamos ver como ele aparece no nosso Missal Romano de hoje que é chamado de MISSAL DE PAULO VI. Faremos hoje a Parte I.

Com o concílio Vaticano II (1962-1965) deu-se a reforma na liturgia e consequentemente um novo Missal foi elaborado, que nós chamamos Missal de Paulo VI.

A grande novidade deste missal é que toda a comunidade realiza um ato penitencial, não somente oração do sacerdote. Assim nos fala o missal “o sacerdote convida para o ato penitencial, que após breve pausa de silêncio é realizado por toda a assembléia através de uma fórmula de confissão geral, e concluído pela absolvição do sacerdote. Absolvição que, contudo, não possui a eficácia do sacramento da penitência” (Instrução Geral sobre o Missal Romano, 51).

Uma questão que podemos fazer: se a Celebração Eucarística, por definição é uma liturgia de “ação de graças”, de louvor, por que se inicia com um momento penitencial?

Trata-se NÃO de um ato relacionado ou equivalente ao sacramento da reconciliação, mas de começar a celebração com outra das atitudes básicas, a petição de perdão e a purificação, reconhecendo nossa necessidade diante de Deus.

Embora alguns autores dizem que o melhor lugar seria depois da Liturgia da Palavra, como resposta de conversão da comunidade, como se faz na Quarta-feira de Cinzas, nos ritos iniciais possui uma preparação tanto para a Palavra, como para a Eucaristia. Desta forma sem ser um elemento muito importante da celebração, porque ainda a estamos iniciando, pode ser um pequeno gesto educador da comunidade que se prepara a deixar-se encher da graça da Palavra e da Eucaristia. Sobretudo se faz com um ritmo que facilita a atitude interna, com um momento de silêncio depois do convite do presidente, em que os presentes se concentram em si mesmos, e a pedagógica variedade nos modos ou invocações desta preparação penitencial.

Nos tempos penitenciais, como a Quaresma e outros, poderá dar-se uma atenção toda especial ao ato penitencial, de acordo com a pedagogia do Ano Litúrgico, podendo usar de maior criatividade (CNBB – Doc. 43, 254).

É importante lembrar que não podemos reduzir a celebração eucarística em um momento penitencial.

Se não tomarmos o cuidado a Celebração Eucarística ficará carregada com um tom muito penitencial e assim toda a sua dimensão de ação de graças a Deus pela salvação e pela entrega por nós ficará de lado.

Amanhã dia 07 de setembro começamos a Festa de Nossa Padroeira Nossa Senhora das Dores.

Parte Litúrgica

Celebração das Sete Dores de Maria

Sábado - dia 08 de setembro – 1ª dor: 18:30 hs – Participação Coral N.S. das Dores e a Pastoral da Catequese. Presidida pelo nosso Bispo Diocesano Dom Vilson. Bênção das crianças e dos jovens

Domingo – dia 09 de setembro – 2ª dor: 19:30 hs - Participação de todas as Pastorais. Presidida pelo Pe. Jhonatan – Paróquia São Sebastião – Leme. Bênção das chaves das casas e dos automóveis.

Parte Festiva

6ª feira – dia 07 de setembro: Noite do Pastel. A partir das 18:00 hs – Salão Paroquial.

Sábado – dia 08 de setembro: Grandiosa Quermesse após a missa das 18:30 hs. Em frente à igreja Matriz.

Contamos com a participação de TODOS E TODAS!

Até mais...

 

Pe. Ocimar Francatto

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