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Pe. Ocimar Francatto: O Ato Penitencial no Missal de Paulo VI - Parte III

Olá amigos e amigas!

Que bom é ter todos vocês aqui para mais uma reflexão sobre a nossa Sagrada Liturgia.

Estamos refletindo sobre o ATO PENITENCIAL NO MISSAL DE PAULO VI. Hoje faremos a Parte III. Sempre é bom lembrar que o Missal de Paulo VI é o Missal que surgiu depois do Concílio Ecumênico Vaticano II (1962-1965), portanto é o nosso Missal Romano que usamos em nossas liturgias.

Sobre o Ato Penitencial temos que observar sempre o seguinte:

1. A INTRODUÇÃO

Deve ser feita com breves palavras. Nunca moralizantes, mas precisam expressar a disposição de conversão da comunidade. Precisa parecer uma introdução à celebração eucarística e não uma introdução à liturgia penitencial.

2. O SILÊNCIO

Para a revisão de vida, tão importante para a interiorização da misericórdia e bondade de Deus. Trata-se de um silêncio comunitário, ou seja um momento de comunhão: ou se quiserem, de solidariedade na dor e no sofrimento da Igreja atingida pela ruptura do pecado.

3. UM GESTO

Estar de pé, de joelhos ou inclinar-se dá maior significado à confiança que a comunidade deposita no amor misericordioso de Deus.

O ato penitencial termina sempre no “Senhor, tende piedade de nós”, que é uma aclamação dirigida a Cristo, Senhor por excelência, que venceu o pecado do mundo e pela sua ressurreição adquiriu o nome de “Senhor” – “Kyrios”. Com esta aclamação, a comunidade acolhe a presença do ressuscitado. A assembléia reconhece que, apesar da sua fragilidade, o Senhor aí está para sanar e perdoar.

Quando ao ato penitencial tiver o “Senhor, tende piedade de nós”, não precisa repetir novamente no final do rito. O “Kyrie eleison” (Senhor, tende piedade) “é uma louvação pela qual podemos louvar o Senhor Jesus pelo perdão, por olhar por nós na sua misericórdia” (CNBB- Doc. 43, 256).

“O rito penitencial bem realizado pode tornar-se um lugar importante para o ministério pastoral da educação ao senso do pecado pessoal, comunitário, social e do ministério da reconciliação de toda a Igreja, que encontra o seu ápice de sacramentalidade no Batismo e na Penitência” (CNBB – Doc. 43, 255).

Até mais...

 

Pe. Ocimar Francatto

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