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Solenidade de Nossa Senhora Aparecida

“Fazei o que ele vos disser” (Jo 2, 5)

Leituras: Ester 5, 1b-2;7,2b-3; Salmo 45; Apocalipse 12, 1.5.13a.15-16a; João 2, 1-11.

COR LITÚRGICA: BRANCO OU DOURADO

Animador: Amados irmãos e irmãs: Celebramos, hoje, com fé e gratidão, aquele dia especial em que a pequenina imagem da padroeira da Brasil foi pescada por três singelos pescadores, nas águas do Rio Paraíba do Sul, nas proximidades da vila de Guaratinguetá. Assim, desde o ano de 1717, pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida, Deus tem manifestado seu amor misericordioso ao povo brasileiro, pois, somos agraciados em poder contemplar o rosto materno da Mãe de Jesus e nossa Mãe. Pelas negras mãos da Virgem Santíssima de Aparecida somos levados à Jesus, podendo realizar uma bonita experiência de fé com Aquele que é o sentido de nossa existência. Além disso, lembramos, também, com muito carinho, de todas as crianças, principalmente aquelas que são abandonadas, esquecidas, exploradas ou que sofrem algum tipo de violência ou escravidão. Por isso, coloquemos todas essas realidades necessitadas de oração e atenção sob a poderosa proteção de Nossa Senhora Aparecida.

1. Situando-nos brevemente

Hoje, mais uma vez, Deus nos dá a graça de estarmos aqui reunidos para ouvirmos sua Palavra e participarmos da Ceia do Senhor, memorial do sacrifício pascal de Jesus Cristo. E graça maior é poder fazer memória no dia em que celebramos a Solenidade da excelsa padroeira do Brasil, Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Deus, por intermédio de Maria Santíssima, tem muito a nos dizer e oferecer neste dia. É preciso lembrar que a devoção à Virgem de Aparecida existe desde 1717, quando três pescadores, nas águas do Rio Paraíba do Sul, pegaram, em suas simples redes, a imagem de Nossa Senhora da Conceição. Conservando-a consigo, o filho de um dos pescadores construiu, mais tarde, um oratório onde o povo reunia-se, aos sábados, para rezar o Santo terço.

Com a ocorrência de milagres, a devoção a Nossa Senhora da Conceição Aparecida (nome dado pela experiência de fé do povo) aumentou. Em 1888, um segundo templo fora inaugurado, devido o rápido crescimento da devoção à Virgem. Em 1930, o Papa Pio XI declarou e proclamou oficialmente Nossa Senhora da Conceição Aparecida como padroeira do Brasil. Em 1952, teve início a construção da atual Catedral Santuário Basílica Nacional, dedicada pelo Papa João Paulo II, em 4 de julho de 1980.

A devoção à Nossa Senhora Aparecida é especial para nós: contemplamos seu encontro nas águas e não se trata, como aconteceu com outros títulos à Mãe de Deus, de uma aparição de Maria. Uma imagem feita de barro foi encontrada e, deste fato maravilhoso, nasceu e cresceu uma devoção no seio do povo brasileiro, manifestando o grande amor e fé que habitam em seu meio. A devoção à Mãe de Deus, Senhora de Aparecida, nos conduz a Jesus, pois como ela mesmo suplica na Liturgia de hoje: “fazei tudo o que eu ele vos disser” (Jo 2,5b).

Pela providência divina, podemos recordar que a pequenina imagem nos veio na negra cor – lembremos que em 1717 a escravidão era uma realidade escandalosa no Brasil – para ensinar que Deus é Aquele que se coloca ao lado dos abandonados e injustamente menosprezados pelo mundo. Assim, Deus rejeita toda forma de exclusão, exploração e injustiça. Por isso, podemos concluir que, neste contexto, “aparecendo, em 1717, a pobres pescadores, que trabalhavam para fartar a mesa dos nobres, Nossa Senhora Aparecida assume – como seu Filho Jesus – a opção preferencial pelos pobres e marginalizados. Com ela identificam-se todos os que são oprimidos e postos à margem em nosso país. Além do mais, ela quis aparecer negra, identificando-se, assim, com os escravos de ontem e de hoje. Celebrar, portanto, a festa da padroeira do Brasil, significa redescobrir os valores libertadores aí contidos, em constante impulso pastoral que visa a concretizar o projeto de Deus em nosso meio” (BORTOLINI, José. Roteiros Homiléticos. Anos A, B, C. Festas e Solenidade. São Paulo. Paulus, 2006, p.779).

Com Maria, nossa mãe querida, coloquemo-nos, ainda, à escuta atenta da Palavra, uma vez que o Cristo vivo e ressuscitado quer nos falar e interpelar nosso coração. É preciso, então, sempre nos perguntar: O que será que Deus está querendo nos dizer hoje?

2. Recordando a Palavra

A Liturgia da Palavra começa com a leitura do Livro de Ester. O livro possui dois escritos, um original em hebraico (séc. IV a.C.) e um acréscimo em grego (séc. II a.C). Ele não possui ligação histórica real. Trata-se mais de uma “estória”, para mostrar a reação do povo de Israel ante as situações de opressão e dominação. No trecho proclamado, temos como ponto alto o pedido e o desejo da rainha Ester para o rei: “concede-me a vida – eis o meu pedido – e a vida do meu povo – eis o meu desejo” (CF. Est 5, ). Aparece neste trecho o caráter intercessor de Ester, como aquela que advoga por seu povo: deseja para ele a vida e a liberdade.

Da mesma maneira e em consonância com a primeira leitura, o Evangelho nos apresenta o sinal de Jesus na transformação da água em vinho, ocorrido por intercessão de sua Mãe, que ali se encontrava junto dele. Assim, num sentido mais profundo, temos o significado da água e do vinho, não como coisas em si, mas como manifestação da novidade de Cristo: a Boa Nova. A água guardada para a purificação “como de costume” é transformada em vinho da “melhor qualidade”. Aqui, nos chama atenção a participação de Maria, pois, é por meio dela que nos vem a Boa Nova do Cristo. Tal participação é confirmada em suas próprias palavras: “fazei tudo o que Ele vos disser”. Já, em Ester, está representada à imagem que Maria assumiria no Novo Testamento: daquela que intercede e deseja a vida de seu povo, o Povo de Deus.

Além disso, a narrativa evangélica apresenta o primeiro sinal de Jesus. Esta passagem apresenta inúmeras simbologias: é estranho que o texto não fale dos noivos, protagonistas da festa. Igualmente é estranho tantas talhas de purificação em uma casa particular, ainda mais estando vazias (o comum é que estivessem presentes no templo, porém, cheias).O casamento é, pois, a analogia da relação de Israel com seu Deus, muito representada como um matrimônio. Esta relação, porém, já estava sem alegria, sem verdadeira felicidade (fato representado pela falta de vinho e pelas talhas vazias). O motivo se apresenta nas talhas de purificação: a religião não foi capaz de mergulhar no sentido profundo da relação amorosa que Deus queria com seu povo. A religião tornou-se uma instituição pautada, somente, pelas obrigações, leis e decretos, ou seja, na simbologia do Evangelho, uma religião “sem vinho”, somente de purificação e de culpa. Para mudar a situação, Jesus, noivo da humanidade, traz água nova que dele mesmo provém, pois, é ele mesmo quem manda encher as talhas e transforma o que ali estava em vinho novo, trazendo, para aquela comunidade, a alegria e o sentido novo da relação com Deus.

Na segunda leitura, é importante ter bem claro os sinais que se manifestam e seus respectivos significados: temos uma “mulher”, o menino, a serpente e o dragão. O menino, evidentemente, se refere a Jesus Cristo – o Messias destinado “a governar todas as nações”. A mulher, à primeira vista, poderia ser referida a Maria, mas não era esta a intenção do autor do Apocalipse. A mulher, desde os escritos e a linguagem do Antigo Testamento, representa a comunidade de Israel, formada por doze tribos (doze estrelas), revestidas de sol (a glória divina) e a lua debaixo dos pés (Lua referia-se ao deus adorado pelos povos do Oriente Médio), neste sentido, a lua representa o mal ou os falsos deuses sobre os quais Israel é vencedor.

Essa mulher é, portanto, o Povo de Deus do qual nasceu o Messias, isto é, a Igreja. O dragão e a serpente são símbolos do mal e dos inimigos de Deus que perseguem e põem à prova os justos e a comunidade que se reúne em torno do mistério do Cristo. A terra que vem em socorro da mulher é semelhante ao auxilio de Deus de Nm 16, 30-32. Ligando com a solenidade de hoje, podemos compreender que, Maria, se faz presente nessa leitura ao ser discípula, portanto, membro da Igreja e imagem perfeita da comunidade que segue o Senhor. Assim, Maria reflete tudo o que se pode referir à Igreja, pois ela é, por excelência, membro deste Corpo Místico de Cristo, discípula fiel do Senhor que, assim permanece, mesmo em meio às perseguições e as lutas dos dia-a-dia.

3. Atualizando a Palavra

A verdadeira devoção aos santos e a Nossa Senhora deve sempre conduzir a Jesus Cristo, que é o sumo sacerdote, o único Caminho, Verdade e Vida, que nos oferece sua Palavra e nos ensina a viver seus ensinamentos. Por isso, as palavras de Maria servem como um grande testemunho para cada um de nós que hoje nos reunimos: “fazei tudo o que Ele vos disser” (Cf. Jo 2, 5).

Como pudemos constatar, a primeira leitura pode ser um grande questionamento à nossa vida de oração: neste sentido, devemos nos perguntar sobre o que costumamos pedir e como pedimos. Será que, como Ester, temos pedido “coisas” que favorecem nosso prestígio pessoal ou, pelo contrário, temos clamado pela vida e pela vida plena de todo o povo? A personagem Ester é prefiguração de Maria, pois, ambas intercedem em favor de seus filhos em tudo aquilo que lhes garantem a vida e a liberdade verdadeira, sendo contrárias às atitudes que geram e nutrem o egoísmo e a oração de barganha com Deus.

Neste sentido, Maria é o modelo de todo cristão. A ela interessa a vida dos seus filhos e filhas queridos. Isso é um ensinamento para nós que, também, deve nos impelir a desejar e a pedir em favor do povo de Deus. Maria não está presa a suas buscas pessoais, mas, ao contrário, enfrenta a perseguição e a luta para manter-se fiel como discípula de Cristo, seu Filho, em conformidade com a segunda leitura. Com esta leitura do Apocalipse nos deparamos com a figura de uma mulher, imagem perfeita da Igreja e, portanto, também, de Maria, seguidora de Cristo, que não desiste diante das perseguições e dos sofrimentos causados pelos inimigos da Fé. Por isso, devemos nos perguntar: a exemplo de Maria, como anda nossa fidelidade e perseverança no caminho do discipulado, diante das perseguições de hoje?

Ainda no evangelho, as palavras de Maria ressoam profundamente, a cada dia, na vida de qualquer cristão: sendo assim, como tenho realmente “feito tudo aquilo que o Mestre diz e pede?”. Essa é também a síntese ou súmula do que precisa ser feito, para que tenhamos o vinho da alegria, a felicidade verdadeira, a relação nova entre Deus e seu povo. Esta é uma relação amorosa, filial e paternal, sem a opressão de obrigações e imposições trazidas pela lei: não é mero cumprimento de deveres sem sentido, sem vontade e sem estímulo, mas, entrega confiante aos projetos e desígnios de Deus, que deseja nossa vida e felicidade.

4. Ligando a Palavra com a Ação Eucarística

Reunimos em torno da mesa da Palavra e do Banquete Eucarístico para, juntos, rendermos graças e elevar nossos louvores a Deus Pai pela Imaculada Conceição de Maria, Senhora de Aparecida! Em outras palavras, queremos agradecer pela graça de sua materna intercessão e pelo dom de seu exemplo! Queremos, também, de modo todo especial, rezamos hoje pelo nosso Brasil, terra de homens e mulheres batalhadores que carregam, em seu coração, a marca da fé.

No início de nossa celebração, rezamos, o seguinte verso: “Com alegria rejubilo-me no Senhor, e minha alma exultará no meu Deus, pois me revestiu de justiça e salvação, como noiva ornada de suas joias” (Antífona de entrada). Neste sentido, para vivermos plenamente este cântico, pedimos, na oração da coleta, que o culto à Imaculada Conceição nos leve a sermos fiéis à vocação de batizados, para que vivamos na justiça e na paz  e cheguemos, um dia, à Pátria definitiva. De fato, “estamos à espera daquela Pátria que está por vir”, porém, nossa fé possui duas dimensões escatológicas: “o já e o ainda não”. Portanto, antecipamos os dons do céu, vivendo, aqui na terra, nossa vocação. Cabe-nos o dever evangélico de buscar a paz, que é fruto da justiça. Igualmente, pedimos a proteção para nosso país, tal como clama a oração sobre as oferendas.

Então, ouvida a Santa Palavra de Deus, professada a nossa fé, feito os nossos pedidos e colocadas as oferendas de pão e vinho sobre o altar para serem o sagrado memorial do sacrifício de Cristo, entramos na grande ação de graças ao Senhor, nosso Pai. Damos graças, a Deus, pela Imaculada Conceição de Maria, pois, entre todas as mulheres és cheia de graça, és chamada a ser “mãe” de Jesus. Damos graças, ainda, porque, nela, Deus nos deu “as primícias da Igreja, esposa de Cristo, sem ruga e sem mancha, resplandecente de beleza” e por que sendo “modelo de santidade e advogada nossa, ela intervém constantemente em favor do povo” (Cf. Prefácio: Maria e a Igreja).

Além disso, a liturgia nos chama atenção para nosso compromisso cristão de participar na construção do Reino de Deus, em meio às estruturas do mundo terrestre. Por isso, após estarmos alimentados pelo pão do céu, nossa oração pós-comunhão elevou-se como um clamor para que tudo isso aconteça plenamente, no meio de nós. Assim rezamos: “concedei ao povo, sob o olhar da Mãe Aparecida, irmanar-se nas tarefas de cada dia para a construção do vosso reino” (oração após a comunhão). O espírito da celebração de hoje nos convida, a exemplo de Maria, a termos um coração puro e sem mancha e um olhar atento às necessidades, levando, juntamente com ela, o vinho novo da Boa Nova de Jesus Cristo. Que Maria nos ajude a vivermos esta proposta de vida e santidade. Que assim seja. Amém.

Oração dos fiéis – Ladainha à Nossa Senhora:

Presidente: Confiando-nos à intercessão da Virgem de Aparecida, elevemos, ao Senhor nosso Deus, nossas preces de súplica e gratidão. Entoando sua Ladainha, queremos entregar nossa vida nas mãos de Nossa Senhora, para que possamos ser encaminhados ao coração de Jesus que não nos desampara e sempre escuta nosso clamor, principalmente, quando feitos pela intercessão de sua mãe. Juntos, cantemos devotamente:

Solo: Senhor, que nascestes da Virgem. Todos: TENDE PIEDADE DE NÓS!

Solo: Ó Cristo, Filho de Maria. Todos: TENDE PIEDADE DE NÓS!

Solo: Senhor, Senhor! Todos: PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!

1- S: Virgem do SIM a Palavra, T: ROGAI POR NÓS!

S: Virgem do risco do amor, T: ROGAI POR NÓS!

S: Virgem de toda alegria, T: ROGAI POR NÓS!

Todos: ROGAI, POR NÓS, Ó MARIA!

2- S: Virgem das altas montanhas, T- ROGAI POR NÓS!

S: Virgem do entusiasmo, T: ROGAI POR NÓS!

S: Virgem do irmão caminheiro, T: ROGAI POR NÓS!

Todos: ROGAI, POR NÓS Ó MARIA!

3- S: Virgem dos desamparados, T: ROGAI POR NÓS!

S: Virgem de todos os lares, T: ROGAI POR NÓS!

S: Virgem da paz para o mundo, T: ROGAI POR NÓS!

Todos: ROGAI, POR NÓS Ó MARIA!

4- S: Virgem das mãos que se doam, T: ROGAI POR NÓS!

S: Virgem do amor tão fecundo, T: ROGAI POR NÓS!

S: Virgem do amor consagrado, T: ROGAI POR NÓS!

Todos: ROGAI, POR NÓS Ó MARIA!

5- S: Virgem do amor verdadeiro, T:ROGAI POR NÓS!

S: Virgem Rainha da Igreja, T: ROGAI POR NÓS!

S: Virgem do amém, do aleluia, T: ROGAI POR NÓS!

Todos: ROGAI, POR NÓS Ó MARIA!

Solo: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, Todos: TENDE PIEDADE DE NÓS!

Solo: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, Todos: TENDE PIEDADE DE NÓS!

Solo: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, Todos: DAI–NOS VOSSA PAZ, VOSSA PAZ! AMÉM!

Presidente: Ouvi, ó Deus de bondade, as orações dos que vos suplicam, para que, assim, celebrando com fervor a Páscoa de vosso Filho, a vossa Igreja seja purificada do pecado e vos sirva com generosa prontidão. Tudo isso vos pedimos por Cristo, nosso Senhor.

Todos: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Presidente: Acolhei, ó Deus, as preces e oferendas apresentadas em honra de Maria, Mãe de Jesus Cristo, vosso Filho; concedei que elas vos sejam agradáveis e nos tragam a graça da vossa proteção. Por Cristo, nosso Senhor. Todos: Amém.

ORAÇÃO APÓS A COMUNHÃO:

Presidente: Alimentados com o Corpo e o Sangue de vosso Filho, nós vos suplicamos, ó Deus: dai ao vosso povo, sob o olhar de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, irmanar-se nas tarefas de cada dia para a construção do vosso reino. Por Cristo, nosso Senhor. Todos: Amém.

BÊNÇÃO E DESPEDIDA:

Presidente: O Senhor esteja convosco.  Todos: Ele está no meio de nós.

Presidente: O Deus de bondade, que pelo Filho da Virgem Maria quis salvar a todos, vos enriqueça com sua bênção. Todos: Amém.

Presidente: Seja-vos dado sentir sempre e por toda a parte a proteção da Virgem, por quem recebestes o autor da vida. Todos: Amém.

Presidente: E vós, que reunistes, hoje para celebrar a sua solenidade, possais colher a alegria espiritual e o prêmio eterno.  Todos: Amém.

Presidente: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo. Todos: Amém.

Presidente: Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe. Todos: Graças a Deus.

Canto final

Agenda de Dom Vilson para outubro/2018

Dia 10/10: Quarta-feira: Reunião dos Bispos da Província, às 11h00, na Diocese de Piracicaba, SP.

Dia 12/10: Sexta-feira - Dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil: Missa na Paróquia N. Sra. Aparecida, às 09h00, em Limeira, SP. Missa de elevação da Paróquia N. Sra. Aparecida e posse de pároco do Pe. Antônio, às 17h00, em Pirassununga, SP.

Dia 13/10: Sábado: Missa e Crisma na Paróquia São Benedito, às 19h30, em Cosmópolis, SP.

Dia 14/10: Domingo: Missa e Crisma na Paróquia N. Sra. das Dores, às 09h00, em Nova Odessa, SP; Missa e Crisma na Paróquia N. Sra. Auxiliadora, às 19h00, em Americana, SP.

Dias 15 a 18 de outubro: Atualização do clero da Diocese de Limeira. LOCAL: Seminário Santo Antônio – Alto da Serra, São Pedro, SP.

Dias 19 a 21 de outubro: Assembleia das Igrejas do Regional Sul 1 da CNBB, em Itaici, município de Indaiatuba, SP.

Dias 20 e 21 de outubro: visita do Sr. Núncio Apostólico, Dom Giovanni, na Diocese de Limeira, SP (programação já enviada a todos).

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