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Pe. Ocimar Francatto reflete sobre "O Ato Penitencial na Celebração Eucarística"

Olá amigos e amigas!

Sejam bem vindos e bem vindas a mais uma reflexão da nossa Sagrada Liturgia.

Hoje vamos encerrar nossa reflexão sobre O ATO PENITENCIAL NA CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA.

 

Qualquer um dos modelos apresentados pode ser realizado, porém se quisermos fazer um ato penitencial onde fazemos uma verdadeira experiência mistagógica, parece-nos que a forma litânia é a mais apropriada. Pois além de possuir já a fórmula: “Senhor, tende piedade de nós”, as invocações feitas revelam a misericórdia e bondade de Deus. É o abraço misericordioso de Deus que recebemos logo no início da celebração. A introdução não poderá ter um tom penitencial, mas convidar a todos a ter a consciência da presença de Jesus, que é Ele quem preside este momento e estimula a assembléia a acolher a misericórdia do Senhor, que se manifestou de maneira máxima quando se entregou à cruz por nossa salvação, no sacrifício redentor, e que agora na celebração litúrgica se fará presente no sacrifício eucarístico.

 Assim os sinais mistagógicos remetem ao mistério e superam a simples expressão humana de seu significado. São plenos de expressão mística e transcendem sua significação humana. Através deles, tocamos o Mistério, ou melhor somos tocados pelo Mistério.

A celebração não é um encontro, mas sim um “encontrar-se”. Não basta “estar presente” é preciso “ser presença”. “É preciso estar presente em relação” porque é na dinâmica do encontrar-se que se encontra Deus.

A liturgia se realiza por meio da linguagem e que a ação litúrgica deve ser dinamizada e, assim, recorrer a todos os elementos que possam ajudar a desvelar o Mistério. Celebrando, a liturgia evangeliza e revela o Mistério.

A mistagogia é ação de nos conduzir para dentro do mistério celebrado. É a ação de conduzir ao mistério, ou ainda “ação pelo qual o mistério nos conduz”. Para isso é necessário passar da materialidade do rito, dos seus sinais sensíveis, para o seu sentido simbólico. Passar do “fora” para o “dentro” e do “dentro” para o “fora”.

O mistério, para nós cristãos, manifesta-se na pessoa de Jesus Cristo, principalmente na sua doação total até a morte e consequentemente ressurreição.

A importância da catequese, levando em conta que, historicamente o povo foi afastado do essencial, a liturgia deixou de ser “fonte de espiritualidade”. Faz-se necessário um processo de educação e re-educação da fé, que coincide com o processo de conversão. Não apenas explicar, mas que as pessoas sejam introduzidas numa verdadeira experiência de Deus.

No caso do ato penitencial é experimentar a misericórdia de Deus. O sentido da vida dada por Cristo, sua força, sua energia que é o Amor, capaz de enfrentar a perseguição, o ódio, e a própria morte. A vida que vence a morte, a passagem da morte à vida: o Mistério Pascal.

 

Até mais...

 

Pe. Ocimar Francatto

 

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