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Solenidade de todos os Santos e Santas de Deus

“Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus” (Mt 5, 12)

Leituras: Apocalipse 7, 2-4,9-14; Salmo 24 (23), 1-2.3-4ab.5-6 (R/cf. 6); Primeira Carta de São João 3, 1-3; Mateus 5, 1-12a. (Bem-aventuranças)

COR LITÚRGICA: BRANCO OU DOURADO

Animador: Nesta Santa Eucaristia, memorial pascal do mistério de Jesus, alegramo-nos no Senhor, celebrando a festa de todos os Santos e Santas de Deus, pois, precedendo-nos na Pátria definitiva e formando um grande coro na Nova Jerusalém, cantam diante do trono do Cordeiro Imolado a glória de Deus. Com esta celebração, nosso coração torna-se confiante, pois, a vida vence a morte e somos santificados pela ação do Espírito Santo que habita em nós. Além disso, por estarmos a caminho da vida eterna é importante nos perguntarmos sobre nossa vida de santidade ainda neste mundo, para que, um dia, vivamos mergulhados na santidade divina.

ORAÇÃO DO DIA:

Presid.: Deus eterno e todo-poderoso, que nos dais celebrar numa só festa os méritos de todos os Santos, concedei-nos por intercessores tão numerosos a plenitude da vossa misericórdia. Por N.S.J.C...

T.: Amém.

1. Situando-nos brevemente:

A solenidade de Todos os Santos e Santas de Deus, nos lembra que o chamado à santidade é uma proposta a todos os fiéis para buscarem o seguimento do Evangelho de Jesus e para esperarem pela Sua ação redentora, testemunhada através da Igreja. Assim, unindo nossa oração terrestre à intercessão celeste estamos, também, celebrando nossa vocação e chamado à santidade.

Além disso, celebrar esta solenidade no domingo, dia do Senhor, é um convite para que todos os cristãos e cristãs Católicos (as) possam celebrar com dignidade esta importante liturgia da Igreja. Assim, nesta perspectiva, com esta páscoa semanal, queremos contemplar o mistério pascal que “a Igreja prega nos santos que sofreram com Cristo e com ele são glorificados; porque aos fiéis seus exemplos atraem todos ao Pai por meio de Cristo, e implora por seus merecimentos os benefícios de Deus (cf. SC, n. 104). Hoje, numa só festa, celebram-se junto com os santos canonizados, todos os justos de toda raça e nação, cujos nomes estão inscritos no livro da vida (cf. Ap. 20,12)” (Cf. Missal Romano. São Paulo: Paulus, 15ª ed, 2011, p. 691).

Desse modo, com a liturgia desta solenidade, pudemos ouvir a Palavra, riquíssima em conteúdo festivo e que vale a pena ser retomada, comentada e meditada, fazendo com que nossa vida diária se assemelhe aos ensinamentos do mestre de Nazaré.

2. Recordando a Palavra:

O evangelho traz para nossa meditação a vocação à santidade partindo da proclamação das bem-aventuranças. Neste sentido, as bem-aventuranças dentro do Evangelho escrito e narrado por Mateus integram a proclamação da Nova e eterna Aliança, da nova Lei que se cumpre plenamente em Jesus Cristo. Através dela, o mestre de Nazaré introduz o cumprimento da justiça de Deus e o anúncio de seu Reino no meio de nós.

O evangelho diz que Jesus, para proclamar as bem-aventuranças, subiu à montanha. É preciso lembrar que, no contexto bíblico judaico, a “montanha” é o lugar onde Deus se manifesta e fala com Moisés e, ainda, é o lugar onde Deus confiou os dez mandamentos (a Lei) a Moisés. Por isso, entendemos a “montanha” como lugar sagrada da manifestação divina. Subindo à montanha, o evangelho evidencia que Jesus “sentou-se” para ensinar, ou seja, o ato de sentar-se significa que Jesus é mestre e ensina com autoridade. Esta autoridade se confirma no próprio Evangelho, porque ele mesmo vive as bem-aventuranças e nele elas se cumprem e ganham credibilidade.

A nova lei, proposta por Jesus, é apresentada aos discípulos, que “se aproximaram” e junto dele estão para escutar seus ensinamentos. O discípulo que está na montanha junto ao mestre participa desta realidade nova, pois, torna-se destinatário da proclamação e convocado a testemunhar a ação de Deus. Isto é, os discípulos são proclamados felizes quando se fazem testemunhas de Jesus, em particular quando são perseguidos por causa de seu nome. O contexto de perseguição e adversidade no qual o discípulo está sujeito, conforme a última bem-aventurança, tem a função de aproximá-lo, ainda mais, do seguimento ao mestre. Sendo assim, os bem-aventurados cumprem seu caminho a partir da fé e da esperança.

As promessas das bem-aventuranças anunciam a presença do Reino que já se cumpriu através da ação redentora de Jesus. Por isso, para o discípulo, mesmo como promessa, pela fé abraçada no seguimento de Jesus, torna-se uma realidade atual e confere-lhe um estado de bem-aventurado. A acolhida e a vivência da bem-aventurança é o lugar a partir do qual, no seguimento de Jesus, Deus realiza seu Reino. Por isso, o conteúdo da proclamação do Reino, refletida na proposta das bem-aventuranças, tem como tema central a justiça. Em outras palavras, as bem-aventuranças são, assim, um juízo de Deus sobre os homens, tornando justos e felizes os que acolhem o reino na fé e o realizam a partir do seguimento a Jesus.

O programa das bem-aventuranças propõe, pois, através do conteúdo da promessa, uma ligação entre a primeira e a última. Em ambas se estabelece a vivência da fé como condição para possuir o estado de bem-aventurado. Na primeira, a condição da fé aparece em “felizes os pobres em espírito”, como despojamento diante dos valores do mundo: dinheiro, poder e prazer. Na última, a condição da fé aparece como seguimento e testemunho de Jesus e de sua obra, ao dizer: “felizes sereis quando vos perseguirem por causa do meu nome”. A partir desta fé, Jesus leva o discípulo a testemunhar a ação de Deus que cumpre a justiça para com “os aflitos”, “os despossuídos” e “aqueles que têm fome e sede de justiça”, como promessa de libertação para a humanidade.

É Deus que se solidariza com o gênero humano da mesma forma como no Egito, quando libertou o povo da escravidão. A santidade aqui aparece como pura graça de Deus, como ação divina que santifica e restitui a vida. A mesma realidade, então, podemos afirmar a partir das promessas que Deus fez por meio dos Profetas, anunciando o messias desejado e esperado. O discípulo pode, ainda, experimentar a ação de Deus que justifica, santifica, torna felizes aqueles cujas ações concretizam a prática da justiça esperada por Deus. Assim, Jesus apresenta como ditosos “aqueles que prestam ajuda”, “os limpos de coração” e “aqueles que promovem a paz”.

Enquanto buscamos viver as bem-aventuranças, temos o testemunho, nesta santa Solenidade, daqueles que alvejaram sua veste no sangue do Cordeiro, ou seja, constituindo-se num vivo apelo ao testemunho (martírio). O destaque que a leitura do Livro do Apocalipse atribui aos eleitos que deram testemunho do seguimento ao Senhor com suas vidas, perante todos os demais eleitos, é um vivo apelo à santidade, através da fidelidade e da entrega radical da vida nas mãos de Deus.

3. Atualizando a Palavra:

Na festa de Todos os Santos, celebramos a vida daqueles que estão na glória com o Senhor e nossa comunhão de vida e de fé com eles, através de Jesus, no qual todos fazem parte de uma mesma Igreja, Corpo Místico, e de um mesmo mistério pascal que se atualiza em cada Eucaristia. Nesta solenidade, queremos refletir sobre a ação de Deus que nos santifica, contemplando aqueles que já trilharam este caminho aqui na terra e hoje estão na glória. Além disso, lembramos, em especial, de que, como cristãos, devemos ter a esperança de um dia estar com Ele nesta mesma glória. Assim, proclamamos que Jesus é o caminho que nos leva a participar desta bem-aventurança.

A leitura do Apocalipse mostra que a santidade abrange uma multidão, gente de todos os povos, línguas e nações. Nesta festa, queremos exaltar a força e a ação de Deus que os levou à santidade, para assim podermos, também nós, participarmos, com esperança renovada, desta verdade que os céus nos dão. Ao refletirmos sobre a santidade proposta na liturgia da Palavra deste domingo, somos levados a dizer que Jesus se fez fonte e modelo de santidade, pois, nele as bem-aventuranças encontram realização.

Nesta perspectiva, as bem-aventuranças nos ajudam a ver e conhecer o rosto de Jesus, isto é, a descobrir a santidade de Deus proposta para a humanidade e a tomar parte nela. Elas ajudam também a mostrar para onde o olhar de Deus se dirige e qual a vontade de Deus a ser buscada, para que se realize seu Reino. O programa de vida que enuncia as bem-aventuranças é o caminho “perfeito” do discípulo que quer conhecer Jesus na intimidade e, ao mesmo tempo, segui-lo, fazendo acontecer, a justiça do Reino, entre nós.

A santidade que Jesus nos apresenta e proclama solenemente é, em primeiro lugar, graça de Deus que restitui a vida e realiza a justiça para com os que estão oprimidos. Em segundo lugar, é tarefa pela qual Deus confirma a ação daqueles que colaboram com a realização de seu reino, promovendo o perdão e a paz para todos. A santidade, assim, é um efetivo e íntimo convívio e conhecimento do Senhor e de sua vontade, para o serviço eficaz aos irmãos.

No contexto do Evangelho de Mateus e das bem-aventuranças, Deus espera de seu povo a prática da justiça, mas não qualquer justiça, mas sim, aquela cuja ação devolve a esperança e a vida. Nestas ações, estão em destaque, primeiro, aqueles que buscam limpidez de coração, sem segundas intenções, e segundo, aqueles que são fontes de perdão, pois, colaboram para que haja paz, o verdadeiro “Shalom” do Reino de Deus. Podemos dizer, então, que a santidade em Deus não é pietismo ritualista, mas ação de Deus em favor da vida e vida em abundância. A santidade de Deus, presente no meio do povo e apresentada por Jesus no Evangelho, confirma a fé daqueles que, contra as certezas do mundo terreno, pautam sua ação pelo cumprimento das promessas eternas feitas pelo Senhor, para vias de realização de seu Reino.

Para nos abrirmos a este caminho de santidade, em prol do seguimento de Jesus, devemos hoje ser sensíveis aos apelos daqueles que são os aflitos, os desprovidos, os que têm fome e sede de justiça, para lhes sermos anúncio vivo, sinal da presença de Deus entre nós. A palavra de Deus, especialmente nesta Santa Liturgia e culminada através das bem-aventuranças, é critério para avaliarmos nossas práticas espirituais, devoções e participação na comunidade. A vida de santidade, que hoje celebramos na festa de Todos os Santos, é comunhão destes no Senhor e realização das bem-aventuranças em suas vidas, como cumprimento do Reino definitivo. Por isso, é preciso, com sinceridade, nos perguntar: será que nossa prática de fé e nossa busca pela santidade conseguem nos despertar para a vida e para as necessidades dos irmãos e irmãos? E ainda: onde o nosso compromisso com os outros, principalmente os mais necessitados, consegue fazer parte de nossa oração e busca de Deus? Pensemos e rezemos em nosso coração.

4. Ligando a Palavra com a ação litúrgica:

No início de nossa celebração eucarística, rezamos, conforme a Oração da coleta, pedindo por todos nós, ainda a caminho, que, pela intercessão de Todos os Santos, Deus nos conceda a plenitude da sua misericórdia, uma vez que, a santidade é um dom gratuito de Deus. Assim, pela voz do presidente da celebração, na Oração Eucarística II, pudemos contemplar o mistério de Deus rezando: “Na verdade, ó Pai, vós sois Santo e fonte de toda a Santidade!” Isto depois de termos cantado solenemente; “Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do Universo”.

Na Sacrosanctum Concilium n.8, encontramos uma bela reflexão sobre a unidade da Igreja peregrina e da Igreja Celeste, que acontece em cada celebração litúrgica: “Na liturgia terrena nós participamos, saboreando-a já, da liturgia celeste, que se celebra na cidade santa de Jerusalém, para a qual nos encaminhamos como peregrinos, onde o Cristo está sentado à direita de Deus, qual ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo; com toda a milícia do exército celeste entoamos um hino de glória ao Senhor e, venerando a memória dos sanos, esperamos fazer parte da sociedade deles; esperamos pelo Salvador, nosso Senhor Jesus Cristo, até que ele, nossa vida, se manifeste, e nós apareceremos com ele na glória”.

Enfim, em cada celebração eucarística somos convidados a participar do banquete nupcial, da ceia do Cordeiro imolado. Um dia, no céu, participaremos, com todos os anjos e santos, desta mesma Ceia, não mais com o Pão e o Vinho, mas na presença, face a face, de Jesus. Por isso, a mesa do altar é, para cada um de nós, “a mesa dos peregrinos”, que marcham rumo à Jerusalém celeste.

Oração dos fiéis:

Presidente: Irmãos e irmãs caríssimos, elevemos ao Pai todo-poderoso nossas orações por meio de nossos intercessores no céu, cantando:

Solo: Kyrie Eleison.

Todos: KYRIE ELEISON

 

Solo: Christe Eleison.

Todos: CHRISTE ELEISON

 

Solo: Kyrie eleison

Todos: KYRIE ELEISON

1- Santa Maria Mãe de Deus.

Rogai por nós!

São Miguel... Rogai por nós!

Santos Anjos de Deus. Rogai por nós!

São João Batista. Intercedei por nós!

2- São José

São Pedro e São Paulo

Santo André

São João

 

3- Santa Maria Madalena

Santo Estevão

Santo Inácio de Antioquia

São Lourenço

4- Santas Perpétua e Felicidade

Santa Inês

São Gregório

Santo Agostinho

5- Santo Atanásio

São Basílio

São Martinho

São Bento

6- São Francisco e São Domingos

São Francisco Xavier

São João Maria Vianney

Santa Catarina de Sena

7- Santa Teresa de Jesus

Santa Teresa de Ávila

Santos Mártires de nossos tempos

Todos os Santos e Santas de Deus

8- Sede-nos propício. Ouvi-nos Senhor! Para que nos livreis de todo mal! Ouvi-nos Senhor!

 

9. Para que nos livreis de todo o pecado! Ouvi-nos Senhor! Para que nos livreis da morte eterna!

Ouvi-nos Senhor!

10- Pela vossa encarnação! Ouvi-nos Senhor! Pela vossa ressurreição! Ouvi-nos Senhor! Pela efusão do Espírito Santo! Ouvi-nos Senhor!

Apesar de nossos pecados! Ouvi-nos Senhor!

 

 

Presidente: Senhor, que tua mão proteja, purifique e sustente o teu povo que te suplica e, confortado na vida presente, possa caminhar para os bens futuros, contando com a intercessão de vossos santos e santas. Tudo isso nós vos pedimos por Cristo, nosso Senhor.

Todos: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Presidente: Possam agradar-vos, ó Deus, as oferendas apresentadas em honra de todos os Santos. Certos de que eles já alcançaram a imortalidade, esperamos sua intercessão contínua pela nossa salvação. Por Cristo, nosso Senhor.

Todos: Amém.

ORAÇÃO APÓS A COMUNHÃO

Presidente: Ao celebrarmos, ó Deus, todos os Santos, nós vos adoramos e admiramos, porque só vós sois o Santo, e imploramos que a vossa graça nos santifique na plenitude do vosso amor, para que, desta mesa de peregrinos, passemos ao banquete do vosso reino. Por Cristo, nosso Senhor.

Todos: Amém.

BÊNÇÃO E DESPEDIDA

Presidente: Deus, glória e exultação dos santos, que hoje celebramos solenemente, vos abençoe para sempre.

Todos: Amém.

Presidente: Livres por sua intercessão dos males presentes e inspirados pelo exemplo de suas vidas, possais colocar-vos constantemente a serviço de Deus e dos irmãos.

Todos: Amém.

Presidente: E assim, com todos eles, lhes seja dado gozar a alegria da verdadeira pátria, onde a Igreja reúne os seus filhos e filhas aos santos para a paz eterna.

Todos: Amém.

Presidente: (Dá a bênção e despede a todos)

Canto final.

Agenda de Dom Vilson para outubro-novembro/2018

Dia 31/10 - Quarta-feira: Missa e Crisma na Paróquia N. Sra. de Guadalupe, às 19h30, em Americana, SP.

Dia 01/11 - Quinta-feira: visita em Americana às 14h30.

Dia 02/11 - Sexta-feira: missa de finados (falecidos da família e da diocese), 10h00.

Dia 03/11 - Sábado: visita no Encontro da Pastoral da Criança, a partir das 09h00 no Centro Diocesano de Limeira (CDL).

Dia 03/11 - Sábado: missa e crisma na Paróquia Santa Josefina Bakhita, às 18h00, em Nova Odessa, SP.

Dia 04/11 - Domingo: missa e crisma na Paróquia N. Senhora Imaculada Conceição, às 08h00, em Santa Cruz da Conceição, SP.

Dia 04/11 - Domingo: Missa e Crisma na Paróquia Jesus Cristo Bom Pastor, às 19h30, em Limeira, SP.

Dia 08/11 - Quinta-feira: Reunião do Conselho Episcopal, às 09h00, residência episcopal, Limeira, SP. Reunião Bispo, Pe. Júlio e Pe. Edmilson às 14h00, Limeira, SP.

Dia 08/11 - Quinta-feira: missa e crisma na Paróquia N. Senhora Aparecida, às 19h30, em Porto Ferreira, SP.

Dia 09/11 - Sexta-feira: missa e crisma na Paróquia Santa Luzia, às 19h30, em Cordeirópolis, SP.

Dia 10/11 - Sábado: missa e crisma na Paróquia São Marcos, às 18h30, em Limeira, SP.

Dia 11/11 - Domingo: missa e crisma na Paróquia Menino Jesus, às 08h00, em Limeira, SP.

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