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Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor

“Bendito seja aquele que vem como rei, em nome do Senhor! Paz na terra e glória no mais alto céu!”

 

Leituras: Isaías 50, 4-7; Salmo 21 (22); Carta de São Paulo aos Filipenses 2, 6-11; Lucas 22, 14-23,56 (longa) ou Lucas 23, 1-49 (breve)

COR LITÚRGICA: VERMELHO

Domingo de Ramos: dia da Coleta Nacional da Solidariedade: (A assembleia se reúne na igreja, ou em outro lugar conveniente de onde sairá a procissão).

BÊNÇÂO DOS RAMOS (veja orientação conforme missal romano)

Refrão orante: Hosana Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor!

Animador: Chegamos, finalmente, a Jerusalém. Percorremos com Jesus, durante a Quaresma, uma longa caminhada até chegarmos aqui. É o cenário principal onde acontece a Páscoa de Jesus e a nossa páscoa. Somos convidados a fixar nosso olhar da fé em Jesus Cristo, pois nos ensinou que vivendo uma intensa vida de comunhão com o Pai, por amor escolheu passar pela Cruz, para salvar toda a humanidade. Nesta Semana Santa, que iniciamos com esta celebração, peçamos de um modo especial por nossa juventude, para que passando pelo caminho da cruz possa contemplar a luz da ressurreição.

1. Situando-nos

É Domingo de Ramos. São os últimos passos da caminhada rumo à Páscoa. Com Jesus, caminhamos rumo à Jerusalém, agora, com ele entramos na cidade, cenário onde se desenvolverão os grandes mistérios de nossa fé. Hoje, carregando ramos em nossas mãos, somos convidados a contemplar o Deus quer, por amor, fez-se servo e se entregou para que o cálice e o pecado fossem vencidos e a vida nos triunfasse.

Com o Domingo da Paixão do Senhor, descortina –se a Semana Santa em que a Igreja celebra os mistérios da salvação levados a cumprimento por Cristo nos últimos dias de sua vida, a começar pela entrada messiânica em Jerusalém (cf. Diretório sobre Piedade Popular e Liturgia, n.138).

Na celebração deste dia integram-se a entrada de Jesus em Jerusalém e a sua Paixão. A recordação solene da entrada de Jesus em Jerusalém começou no século V. Os cristãos de Jerusalém reuniam-se no monte das Oliveiras, às primeiras horas da tarde, para uma longa liturgia da Palavra. Em seguida, ao entardecer, dirigiam-se à cidade de Jerusalém, levando ramos de palmeiras ou de oliveiras nas mãos. Hoje, Domingo de Ramos, todos nós, exultantes, com ramos nas mãos, proclamamos que Jesus é o Messias, o Ungido. Ao recebê-lo com as palmas da vitória, damos testemunho de seu triunfo sobre a morte, porque compreendemos, na fé, o significado de seu último sinal quando ressuscitou Lázaro: “eu sou a ressurreição e a vida!”

Os ramos abençoados que levaremos para nossas casas, após a celebração, lembram que estamos unidos a Cristo na mesma doação pela salvação do mundo, na labuta árdua contra tudo o que destrói a vida. “Tais ramos devem ser conservados antes de tudo como testemunho da fé em Cristo, rei messiânico, e na sua vitória pascal” (cf. Diretório sobre piedade popular e Litúrgico, n.139).

2. Recordando a Palavra

O Domingo de Ramos introduz a Semana da Paixão do Senhor. A Liturgia, de hoje, nos oferece dois evangelhos de Lucas: um para a benção dos ramos (Lc 19, 28-40) e outro para a Liturgia da Palavra – a narrativa da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo (Lc 22, 14-23,56). Une-se ao mesmo tempo o triunfo régio de Cristo e o anúncio de seu sofrimento e morte na cruz. “Caminha o Senhor livremente para Jerusalém, ele que desceu do céu por nossa causa, para elevar-nos consigo bem acima de toda autoridade, poder, potência e soberania ou qualquer título que se possa mencionar (Ef 1,21)” (dos Sermões de Santo André de Creta, Bispo. Domingo da Paixão do Senhor. Oficio das Leituras. Liturgia das Horas, vol. II p. 366).

A entrada de Jesus em Jerusalém consta nos escritos dos quatro evangelistas. O Evangelho de Lucas é conhecido como o Evangelho do caminho. Jesus está em constante movimento, caminhando de um povoado a outro, fazendo caminho de Belém a Jerusalém. O Nazareno passou por inúmeros lugares, do campo à cidade, sem repetir caminho, “fazendo o bem a todos”. Em Jerusalém, ponto final e culminante de sua caminhada missionária, Jesus é aclamado como “Filho de Davi”. Sua chegada à cidade se reveste de realeza, messianismo e contradição.

Lucas apresenta Jesus como uma grande autoridade, um mestre renomado. Sua entrada na metrópole não podia realizar-se no anonimato ou de surpresa. O jumento, inversamente do cavalo puro sangue, evoca a realeza, o poder e o reconhecimento popular. O fato de Jesus, o Messias, entrar triunfalmente em Jerusalém montado num jumentinho, revela que nele se cumprem as Escrituras: “Eis que o teu rei vem a ti: Ele é justo e vitorioso, humilde, montado sobre um jumentinho, filho de uma jumenta” (Zc 9,9). Ele é aclamado como rei ainda que não da forma como eram ovacionados os reis da época, ostentando pompa e arrogância. Jesus, herdeiro do trono de seu pai Davi, ingressa no centro político e religioso de Israel despojado e se apresenta de modo humilde e pacifico.

O povo aclama e Jesus se deixa aclamar. O despojamento do Messias contrasta com a espontânea e entusiasta manifestação do povo. Alegre, a multidão louva a Deus por todos os milagres que tinha visto. Aclama: “Bendito seja aquele que vem como Rei, em nome do Senhor! Paz no céu e gloria nas alturas”. A aclamação popular irrita e acirra os ânimos dos fariseus.

Preocupados com possíveis distúrbios da ordem social, pedem a Jesus que ordene à multidão de seus discípulos a se calar. Jesus rejeita seu pedido: “Se a manifestação popular for silenciada, as pedras gritarão”. Não há como silenciar certos acontecimentos, mesmo às vésperas do sacrifício da cruz. A manifestação festiva do povo anunciar o significado da palavra e da ação de Jesus. Ele alimentou a esperança da vitória do bem, da vida na perspectiva dos planos de Deus (Evangelho)

Os relatos da Paixão são preciosos testemunhos que as comunidades cristãs primitivas transmitem às gerações futuras. Eles constituem o cerne do Evangelho. Fazem parte do primeiro anúncio pascal e foram uma das primeiras partes das Escrituras transmitidas e escritas. As comunidades apostólicas procuram responder a perguntas centrais que lhes eram colocadas, tais como: “Se Jesus era o bendito de Deus, por que teve que passar pela cruz, escândalo e maldição? Por que a morte do justo inocente e do profeta de Deus?”. Das narrativas da Paixão, emerge a fé cristã: “Este Jesus que vocês crucificaram, Deus constitui Senhor e Cristo” (At 2,36). Para o evangelista, os acontecimentos da Paixão constituem a realização das Escrituras e testemunham a missão do Filho de Deus (Lc 22,14-23,56).

Para emoldurar a leitura da Paixão do Senhor, a liturgia deste domingo proclama o terceiro canto do Servo Sofredor (Is 50, 4-7). O povo de Israel, sob o peso das provações do exílio, começou a entender que os projetos salvíficos de Deus não acontecem necessariamente pela força da violência, antes, pela doação mansa do justo. Jesus, a Palavra de Deus feita carne, entrega sua vida para trazer a salvação da humanidade. A glorificação do “servo sofredor” revela que uma vida doada não termina em fracasso, mas em ressurreição, isto é, vida que gera nova vida (1ª Leitura).

O Salmo 21 (22) é o grito de uma pessoa que, provada por um a intenso sofrimento e abandono, clama por auxilio. “Ó meu Deus e Pai, por que me abandonastes, clamo a vós e não me ouvis?”. É a súplica que nos leva a contemplar Jesus entregue aos sofrimentos da cruz.

O apóstolo Paulo, na perspectiva da Paixão do Senhor, exorta os filipenses a contemplarem o Filho de Deus que, inteiramente despojado, se fez servo e obediente à vontade do Pai, até a morte de cruz. O cristão deve ter como exemplo Jesus Cristo, servo sofredor humilde, que se fez de sua vida um dom para todos. Esse caminho não levará ao aniquilamento, mas à glória, à vida plena (2ª Leitura Fl 2, 6-11).

3. Atualizando a Palavra

Jesus chega e entra em Jerusalém como rei messiânico, humilde e pacífico. Como servo sofredor, caminha rumo à Paixão mediante um ato de total despojamento: “Embora de condição divina, Cristo não se apegou ao ser igual a Deus, mas despojou-se, assumindo a forma de escravo” (Fl 2,6).

O Domingo de Ramos é marcado, de uma parte, pelo mistério, pelo despojamento e pela entrega total e, de outra, pelo senhorio e pela glória do Filho de Deus. Este mistério é bem explicitado o Prefácio de hoje: “Inocente, Jesus quis sofrer pelos pescadores. Santíssimo, quis ser condenado a morrer pelos criminosos. Sua morte apagou nossos pecados e sua ressurreição nos trouxe vida nova”!

O despojamento do Messias contrasta com a espontânea e entusiasta manifestação do povo., Alegre, a multidão louva a Deus por todos os milagres  que tinha visto. Aclama: “Bendito o Rei, que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória nas alturas” (lc 19,38). Com o mesmo cântico entoado pelos anjos, após anunciarem aos pastores o nascimento do Salvador (Lc 2,14), a multidão dos discípulos acolhe e aclama o Messias pelos caminhos de Jerusalém.

Era preciso proclamar, em alta voz, o que ele significa: a realização da esperança messiânica. O povo aclama a inauguração do novo tempo que privilegia os pobres. Novo tempo marcado pela humildade e ternura e não pela violência e pela força das armas. Por longos séculos, o povo vinha alimentando a esperança de um novo rei que haveria de restaurar a glória dos tempos do reinado de Davi.

A manifestação popular causa medo aos que vigiam a ordem em nome da lei. Os fariseus estavam encarregados de vigiar o comportamento de Jesus. Diante de sua hipocrisia e falsidade, Jesus taxativamente rejeita seu pedido: “Eu vos digo: se eles se calarem, as pedras gritarão” (Lc 19,40). Não há como silenciar certos acontecimentos, mesmo às vésperas do sacrifício da cruz. A manifestação festiva do povo anunciar o significado da palavra e da ação de Jesus. Ele alimenta a esperança de vitória, do bem, da vida na perspectiva dos planos de Deus.

O Evangelista João atesta que as comunidades, depois da glorificação de Jesus, compreenderam o significado profundo daquilo que a multidão proclamava no dia da entrada solene em Jerusalém (cf. Jo 12,16). Aclamar a Jesus e acolher o seu projeto. Por isso, para nós hoje, os ramos abençoados se transformam em sinais de compromisso com os crucificados de nossa sociedade. Em contrapartida, os poderosos preocupam-se e agitam-se.

O relato da Paixão é um convite a entrarmos na Semana Santa, preparando o coração para comemorar a Páscoa. Esta se constitui num chamado à vida nova, à vida no Espírito, que implica amor incondicional a Deus e ao próximo e cuidado fraterno da criação. Na celebração pascal, recebemos o Espírito do Ressuscitado para vivermos a vida nova, conforme rezamos na Oração Eucarística: “E, a fim de vivermos não para nós, mas para ele, que por nós morreu e ressuscitou, enviou de Vós, ó Pai, o Espírito Santo, como primeiro dom aos vossos fie4is, para santificar todas as coisas, levando à plenitude a sua obra” (Oração Eucarística IV).

Celebrar a Paixão e Morte de Jesus é deixar-se maravilhar na contemplação de um Deus a quem o amor oblativo tornou frágil. Por amor veio ao encontro e assumiu a condição humana, experimentou a fome, o sono, o cansaço, conheceu as investidas do tentador, temeu a morte, suou sangue antes de aceitar o projeto do Pai, mas, mesmo incompreendido e abandonado, continuou amando. Desse amor brotou a vida em plenitude. Vida que Ele quis repartir com a humanidade até o fim dos tempos.

Contemplar a cruz onde se revela o amor e a entrega do Filho de Deus significa assumir a mesma atitude e solidarizar-se com aqueles que são crucificados nos dias atuais. Sobretudo os jovens que sofrem violência, que são explorados e excluídos; significa denunciar as causas geradoras do ódio, da injustiça e do medo. Significa empenhar-se em evitar que seres humanos continuem a crucificar seus semelhantes. Significa assumir a atitude de Jesus pela não violência, gerar novas relações de vida a partir da dinâmica do amor que conduz à ressurreição.

4. Ligando a Palavra com ação litúrgica

A liturgia do Domingo de Ramos se constitui num apelo: “Vinde, subamos juntos ao monte das Oliveiras e corramos ao encontro de Cristo, que hoje volta de (Betfagé) Betânia e se encaminha voluntariamente para aquela venerável e santa Paixão, a fim de realizar o mistério de nossa salvação” (Dos Sermões de Santo André de Creta, Bispo. Domingo da Paixão do Senhor. Oficio das Leituras. Liturgia das Horas, vol. II p. 366).

A Eucaristia é a oferta que a Igreja faz ao Pai da entrega total, da morte de Cristo na cruz. “Olhai com bondade para a oferta da vossa Igreja. Nela nós apresentamos o sacrifício pascal de Cristo, que vos foi entregue” (Oração Eucarística VI-A). Aqui se consumam todos os sacrifícios que as Sagradas Escrituras descreveram nas liturgias da Antiga Aliança. “No mistério da sua obediência até a morte, e morte de cruz (Fl 2,8), cumpriu-se a nova e eterna aliança” (BENTO XVI. Sacramentum Caritatis, 9).

A Eucaristia é o memorial do aniquilamento (Kénosis) de Jesus, que teve início na sua Encarnação e se expressou na vida de serviço aos outros e, agora, consumado na Eucaristia, pelo oferecimento de seu Corpo e Sangue em alimento, para saciar a fome e a sede do ser humano. A “Eucaristia é a doação que Jesus faz de si mesmo, revelando-nos o amor infinito de Deus para cada ser humano. Neste sacramento admirável, manifesta-se o amor ‘maior’: o amor que leva a ‘dar a vida pelos amigos’” (Idem, 1).

A exortação do Bispo Santo André de Creta ressoa com particular significado neste Domingo da Paixão do Senhor: “Acompanhemos o Senhor, que corre apressadamente para a sua Paixão e imitemos os que foram ao seu encontro. Não para estendermos à sua frente, no caminho, ramos de oliveira ou de palma, tapetes ou mantos, mas para nos prostrarmos a seus pés, com humildade e retidão de espírito... Portanto, em vez de mantos ou ramos sem vida, em vez de folhagens que alegram o olhar por pouco tempo, mas depressa perdem o seu verdor, prostremo-nos aos pés de Cristo. Revestidos de sua graça, ou melhor, revestidos dele próprio, - vós todos que fostes batizados em Cristo vos revestistes de Cristo (Gl 3,27) – prostremo-nos a seus pés como mantos estendidos”.

Agitando nossos ramos espirituais, o aclamemos todos os dias, juntamente com as crianças dizendo estas santas palavras: “Bendito o que vem em nome dói Senhor, o rei de Israel” (Dos Sermões de Santo André de Creta, Bispo. Domingo da Paixão do Senhor. Oficio das Leituras. Liturgia das Horas, Vol. II p.367).

PRECES DOS FIÉIS

Presidente: Pelos méritos da Cruz redentora de Cristo, elevemos ao Pai a nossa oração.

1. Ó Pai, que a tua Igreja, na pessoa do nosso Papa Francisco, nosso bispo Dom Vilson e todos nossos padres e diáconos possa sempre ser sinal do grande amor de Cristo entre nós, que entregou sua vida para a salvação de todos. Peçamos:

Todos: Aumentai, nossa fidelidade, Senhor!

2. Ó Pai, que nossos governantes possam criar leis cada vez mais justas, livrando nosso povo de todas as situações de morte. Peçamos:

3. Ó Pai, aumentai em nossa comunidade a disposição em amar-Te e servir-Te, acima de todas as coisas. Peçamos:

4. Ó Pai, conceda a todos nós um coração fraterno. Peçamos:

(Outras intenções)

Presidente: Concedei-nos, nós te pedimos, ó Pai, a graça de em todos os momentos fazer a tua vontade, como fez teu Filho, que contigo vive e reina pelos séculos dos séculos. . Por Cristo, nosso Senhor.

Todos: Amém.

III. LITURGIA EUCARÍSTICA

Oração das oferendas

Ó Deus, pela paixão de nosso Senhor Jesus Cristo, sejamos reconciliados convosco, de modo que, ajudados pela vossa misericórdia, alcancemos pelo sacrifício do vosso Filho o perdão que não merecemos por nossas obras. Por Cristo, nosso Senhor.

Todos: Amém.

Oração depois da comunhão

Saciados pelo vosso sacramento, nós vos pedimos, ó Deus: como pela morte do vosso Filho nos destes esperar o que cremos, dai-nos pela sua ressurreição alcançar o que buscamos. Por Cristo, nosso Senhor.

Todos: Amém.

BÊNÇÃO E DESPEDIDA

Presidente: O Pai de misericórdia, que nos deu um exemplo de amor na paixão do seu Filho, vos conceda, pela vossa dedicação a Deus e ao próximo, a graça de sua bênção.

T.: Amém

Presidente: O Cristo, cuja morte vos libertou da morte eterna, conceda-vos receber o dom da vida.

T.: Amém

Presidente: Tendo seguido a lição de humildade deixada pelo Cristo, participeis igualmente de sua ressurreição.

T.: Amém

Presidente: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, + Pai e Filho e Espírito Santo.

T.: Amém.

Presidente: Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.

T.: Graças a Deus.

 

Domingo de Ramos: dia da Coleta Nacional da Solidariedade

Neste domingo, dia 14 de abril, todas as dioceses, paróquias e comunidades de todo país celebram o Domingo de Ramos e da Paixão, dia em que cristãos fazem memória a entrada de Jesus em Jerusalém. É nesta data que a Igreja realiza a Coleta Nacional da Solidariedade, gesto concreto da Campanha da Fraternidade, em que todas as doações financeiras realizadas pelos fiéis farão parte dos Fundos Nacional e Diocesanos de Solidariedade.

Voltado para o apoio a projetos sociais, os fundos são compostos da seguinte maneira: 60% do total da coleta permanecem na diocese de origem e compõe o Fundo Diocesano de Solidariedade e 40% são destinados para o Fundo Nacional de Solidariedade. O resultado integral da coleta da Campanha da Fraternidade de todas as celebrações do Domingo de Ramos será encaminhado à respectiva diocese.

Por isso, convido a todos os presbíteros, Diáconos, religiosos/as, seminaristas. Leigos/as do Povo de Deus a participarem nos dias 13 e 14 de abril da coleta de solidariedade nas missas e celebrações como gesto concreto do seu jejum quaresmal.

O resultado desta coleta será encaminhado para a Cúria Diocesana de Limeira, através do boleto pago em banco, com já de praxe em nossa diocese.

Deus abençoe e guarde a todos/as em seu imenso amor.

 

Dom Vilson Dias de Oliveira, DC
Bispo Diocesano de Limeira, SP

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