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Como realizar a Procissão Inicial da Celebração Eucarística de maneira Mistagógica – Parte II

Olá amigos e amigas!

Sejam bem vindos e bem vindas a mais uma reflexão semanal sobre a nossa Sagrada Liturgia.

Estamos refletindo sobre a Procissão Inicial da Celebração Eucarística. Depois de colocar o que a Igreja diz sobre ela, estamos refletindo sobre a maneira de realizá-la de maneira mistagógica.

Então, esta será a nossa reflexão: COMO REALIZAR A PROCISSÃO INICIAL DA CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA DE MANEIRA MISTAGÓGICA. Já fizemos a parte I. Hoje faremos a Parte II.

CANTO DA ENTRADA

A CNBB chama este canto de “Canto de Abertura” (CNBB, Doc. 43, nº 231), pois simboliza mais o rito celebrado, que é a abertura da Celebração Eucarística.

A procissão de entrada é um rito e por causa de sua importância ela vem acompanhada de um canto, o canto de abertura. Como dizia Pio X, não se canta durante a missa, mas a missa, ou seja, não se canta NA liturgia, mas A liturgia.

No canto de abertura estamos cantando o rito da procissão da entrada. Desta forma a procissão é o rito, enquanto que o canto de abertura “acompanha o rito” (Instrução Geral sobre o Missal Romano, 47). É acompanhar a presença do Senhor na presença dos ministros, principalmente no sacerdote que atua “in persona Christi capitis” (na pessoa do Cristo cabeça). Quer dizer na pessoa de Cristo, cabeça de todo o Corpo, que é a Igreja. Pois a Eucaristia é o “memorial de Cristo e do seu corpo, a Igreja” (Catecismo da Igreja Católica, 1362-1372). Quando termina a procissão da entrada e o presidente estiver pronto para dar início à celebração, cessa o canto de abertura, mesmo que não tenha chegado ao fim.

Ele representa nossa alegria e nos introduz no mistério que vamos celebrar. Como vimos nos documentos acima:

  • serve para promover a união da assembléia;
  • coloca-nos no espírito do tempo litúrgico, ou na festa que estamos celebrando;
  • serve para rezar e agradecer;
  • é uma forma de oração.

É bom lembrar que na liturgia não somos pessoas individualistas, embora exista o individualismo presente em nosso meio, mas somos o povo de Deus, corpo de Cristo, templo do Espírito Santo, por isso é bom toda a assembléia participar cantando, pois é toda a assembléia que participa da procissão da entrada. A Instrução Geral sobre o Missal Romano, 48, nos dá também outras opções para o canto de abertura:

  • alternadamente entre o grupo de canto e assembléia;
  • alternadamente entre o cantor e a assembléia;
  • só o grupo de canto, e nossa participação se fará pelo silêncio, pela audição, que também é um meio de participar (embora não seja o ideal).

O Missal Romano apresenta a “antífona de entrada”. Seria bom ser este o canto de abertura, porém podemos usar outros, mas que se aproximem ao máximo do conteúdo da antífona de entrada. Precisa ser um canto fácil para facilitar a participação de todos.

Nem todo canto é litúrgico, por isso é muito importante escolher o canto certo para o momento ritual certo, pois este canto, como os outros da liturgia precisa ser “condizente com a ação sagrada” (Instrução Geral sobre o Missal Romano, 48). Por isso nós chamamos de “canto ritual”, pois serve para aquele momento da celebração e não outro.

O canto cria um clima de mistério, pois cantando a assembléia penetra nos segredo do amor que Deus vai lhe apresentar.

 

Até mais...

 

Pe. Ocimar Francatto

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